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Para a Naomi Watts está verde, sempre verde

Segunda-feira, 31.01.11

 

 

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publicado por bolaseletras às 22:30

Obrigado Liedshow, felicidades levezinho

Segunda-feira, 31.01.11

 

Tenho pouca vontade de falar sobre a saída do nosso levezinho, do homem que resolve, do nosso Liedshow. Por mais explicações que se avancem, por mais argumentos que esta Direcção moribunda apresente, não me convencem que esta era a única saída possível. Se Liedson estava descontente a culpa era vossa, se queria garantir o futuro deviam ter gizado uma estratégia adequada, porque o homem e o jogador mereciam. Sai desta forma absurda, como se fosse apenas mais um que por cá passou, quando durante anos foi o abono das nossas alegrias e do melhor futebol que produzimos. Perde-se a história, vão-se as referências e o que fica? Fica um clube à deriva e à mercê dos oportunistas, dos capitalistas sem cor que apenas procuram locupletar-se. A raiva é silenciosa, não tenho vontade de gritar. Felicidades levezinho, obrigado por tudo.

 

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publicado por bolaseletras às 18:14

"Sentas-te e vês Portugal a arder" - Unas at his best

Domingo, 30.01.11

 

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publicado por bolaseletras às 15:21

O Cantona é que acabava por ter razão

Domingo, 30.01.11

 

Por razões de puro prazer vinícola e de convívio com amigos do peito (2º aniversário da Confraria Etnográfica dos Olivais) não pude acompanhar devidamente a derrota leonina com o Estoril. Ainda assim, pelo que li e fui vendo de esguelha, quero destacar duas situações que me parecem marcar a cultura leonina deste treinador e, infelizmente, dos responsáveis que por lá se arrastam a prazo, referindo-me particularmente ao flop Costinha. Primeiro, a conversa de mau pagador que se esconde por detrás de erros de arbitragem, de penalties mal assinalados. Temos razões de queixa? Sim, temos. Jogámos um futebol que nos permitisse ultrapassar os contratempos do apito? Não, não jogámos e pior do que tudo não parece que analisar essas deficiências futebolísticas esteja no topo das nossas preocupações.

 

Em segundo lugar, já extra jogo, outra triste marca da actual cultura que ameaça destruir tudo aquilo por que o Sporting se bateu e afirmou. Falo da propalada contratação do brasileiro Cristiano, um rapaz de 27 anos que teve algum destaque durante 3 anos nesse portento que é o Paços de Ferreira e que depois, “exportado” para o futebol grego, demonstrou que o limite da sua competência andará pela capital do móvel. Como o nosso treinador também tem as vistas e as competências curtas, vemo-nos na contingência de contratar mais um mediano jogador, que nunca por nunca poderá ser um reforço para uma equipa da grandeza do Sporting. Percebe-se agora a imagem e o título que encabeçam este post – é urgente dar um chuto no cu de Paulo Sérgio e da corja que achou que era com ele e com os fajutos Cristianos deste mundo que encontraríamos a solução para o nosso clube. 

 

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publicado por bolaseletras às 14:19

Queremos a bolinha baixa - Éric Cantona

Sábado, 29.01.11

 

 

São raros os jogadores que foram para além do que o futebol prometia conceder-lhes, superando os limites físicos e humanos. Éric Cantona, “L’Enfant terrible”, “Eric the King”, o homem que levantava a gola anunciando estar pronto para o extermínio, canalizou toda a raiva do seu ser para manter a bolinha baixa, controlada, dominada, submissa, pronta e domesticada para o disparo fatal. Depois de conquistar os corações de Manchester, nada incomodados com a bárbara agressão a um espectador num campo de futebol (não interessa se o insultou, se era um hooligan, era sobretudo um espectador) e com a consequente suspensão de 9 meses, Cantona deu como finda a sua carreira com precoces 30 anos. Tal como vivera até aí sequioso por manter a bola à flor da relva (vejam a raiva da foto, vejam o desejo insuperável em controlá-la), Cantona ansiava por viver. Sentiu a certa altura que precisava de novas adrenalinas, ele próprio afirmou que “Uma vida construída sobre memórias não é assim uma grande vida”. O cinema, o futebol de praia, o mais recente ataque às irracionalidades do capitalismo, a incessante busca de momentos inesquecíveis. Como estes que nos legou. Enjoy it.

   

 

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publicado por bolaseletras às 10:22

Nos meandros da amizade feminina

Sexta-feira, 28.01.11

 

 

Um dos mais estranhos fenómenos que assombram a existência humana prende-se com os mistérios da amizade feminina. Se a mulher pode ser o mais dócil ser que a divina providência ou o choque de astros colocou neste paraíso à beira da destruição, conseguir que um grupinho de mulheres atinja os mínimos olímpicos que norteiam uma vulgar amizade entre homens é obra do diabo. Podemos vê-las abraçadas, irmanadas, inseparáveis nas férias, percorrendo o mundo de mãos dadas, mas sabemos que no final, mais tarde ou mais cedo, a coisa vai descambar e terminar em acusações mútuas, choro e ranger de dentes, ou mesmo, em situações limites, escalpes à unhada ao bom estilo do mais violento western. Explicações não as encontro, excepções miraculosas são quase tão difíceis de vislumbrar como uma agulha no palheiro.

 

Há quem diga que a culpa é nossa, bicho manhoso que lhes atiça os ciúmes e lhes deturpa as meninges, mas estou convencido que basta encontrarem-se numa festa usando o mesmo vestido que a peixeirada surgirá fulminando uma sólida amizade de muitos anos. Diria que das poucas coisas que as mulheres poderão aprender com os homens passa por aqui, por absorver os mecanismos de uma amizade firme, sincera e desinteressada. Quais os segredos para alcançar esse patamar? Simples: centrar toda a conversa em bola, mulheres (OK, podem falar de nós também), bola, mulheres, e bola, mulheres. Ah, e tudo bem acompanhado por muita cerveja, tremoços, moelas a trielas e pica-pau do lombo, que é para quando os vastíssimos temas de conversa se esgotarem terem que fazer com a boca. Assim reduzem-se as oportunidades para dizerem mal umas das outras, minhas amigas. Vá, não precisam de me agradecer, também estou cá para isso.

   

 

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publicado por bolaseletras às 18:28

Interrogações culinárias

Quinta-feira, 27.01.11

 

Uma mulher que assume as despesas da cozinha na ordem familiar é submissa? É escravizada? Submete-se ao jugo do macho preguiçoso? Inferioriza-se por lidar mais com tachos do que com letras ou números? Eterniza a desigualdade dos sexos? Renuncia à sua condição de mulher livre? Renuncia aos ditames do feminismo?

 

Ao invés, porque não considerar que a razão porque a mulher se enclausura algumas horas na cozinha é a de fazer a sua família feliz? Contribuir para uma alimentação saudável do agregado familiar? Elaborar delicadas obras de arte que entregarão as papilas dos seus mais que tudo aos prazeres dos Deuses? Sentir prazer ao confeccionar uma sensual refeição para o seu amante? Enfim, porque não libertarmo-nos de ideias feitas e abrirmos os olhos para tudo aquilo que temos dificuldade em ver? Porque não? 

 

 

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publicado por bolaseletras às 18:40

Da série queremos a bolinha baixa!

Quarta-feira, 26.01.11

 

 

Da noite futebolística de hoje assisti à segunda parte do Real Madrid, ao primeiro golo do Porto e a dois penalties manhosos assinados a favor do Benfica (o do Rio Ave não vi, mas acredito que também tenha sido manhoso, segundo dizem os comentadores da praça). Do Real diria que há uma ligeira aproximação à perfeição do Barcelona, mas ainda faltará um médio centro a la Xavi e um ponta de lança mais consistente para uma mais decisiva aproximação. Do Porto a convicção que o campeonato português é demasiado fraquinho enquanto por lá andar um Hulk, do Benfica fico-me pela história dos penalties manhosos. Ando farto do portuguesinho campeonato, pelo que nos próximos tempos ou falarei do meu Sporting ou de bom futebol.

  

Segundo um primo meu, boa gente e treinador de futebol não da alta roda mas da bola genuína (a que é jogada pelo prazer de jogar), a bola é feita de pele, a pele vem da vaca, a vaca come erva, a erva está no chão, pelo que logo, a bola é para andar pela relva! Assim sendo, nos próximos tempos irei iniciar uma série sobre fintas, dribles, a magia dos génios, enfim, já que na portuguesa Liga o alívio para a bancada e a bola para as couves vão destruindo a paixão pela arte futebolística, no Bolas e Letras iniciar-se-á o louvor ao futebol bem jogado - queremos a bolinha baixa!

   

 

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publicado por bolaseletras às 22:33

A Europa como é vista pelo Zé Povinho

Quarta-feira, 26.01.11

 

 

Isto dava um tratado, mas vou-me poupar a mim e a vocês. Enjoy it.

 

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publicado por bolaseletras às 18:31

Os doces fantasmas

Terça-feira, 25.01.11

 

 

Enquanto as memórias não deixarem de arder, mesmo que lentamente, na fornalha do coração, o brilho do teu olhar será sempre baço, o nevoeiro esmorecerá a chama da felicidade. As brasas que mantêm o calor daqueles tempos impedem o desejado esquecimento, aquele doce sussurrar ainda hoje te acorda, as recordações dos beijos inesperados insistem em despertar-te os doces fantasmas do passado. Segues em frente mas não esqueces. Prossegues a incessante busca da felicidade sabendo que uma parcela ficou, para todo o sempre, reclusa no passado. Para sempre permanecerá a incógnita do que seria se as ironias do destino te tivessem conduzido a outros caminhos. Sabes que as mais tristes palavras proferidas são "o que poderia ter sido". A vida assim o obriga, nada mais há a fazer. O óptimo é inimigo do bom, aprende-se a viver assim. A vida também é isso.

 

 

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publicado por bolaseletras às 19:20


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