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Loren, Sophia Loren

Sexta-feira, 28.02.14

"Sex appeal is fifty percent what you've got and fifty percent what people think you've got."

 

"I think the quality of sexiness comes from within. It is something that is in you or it isn't and it really doesn't have much to do with breasts or thighs or the pout of your lips."

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publicado por bolaseletras às 18:28

Da esperança num mundo melhor

Quinta-feira, 27.02.14

 

Ontem estava todo contente por ter inventado a piada de qual o cúmulo da ironia futebolística (Schalke 0 4) até que Bale e CR7 me lixaram os planos com o quinto e sexto golo contra um punhado de atarantados alemães. Foi talvez uma das mais perfeitas exibições de avalanche ofensiva que me foi dado ver num jogo deste calibre, temperado sobretudo por 4 dos melhores jogadores do mundo: CR7, Bale, Benzema e a formiga atómica Modric. Se CR7 se sente agora mais leve, sem o peso da responsabilidade de ter de decidir a maioria dos jogos a favor do Real Madrid, Bale, afastando-se das lesões afirma-se como um talento puro, duro e indomável. Benzema, com a plena confiança do treinador e sem a permanente sombra de Higuain, pode agora mostrar ao mundo os infindáveis recursos e talentos que me faziam abrir a boca de espanto nos seus tempos marselheses. Modric é o médio mais que perfeito, uma formiga que defende, distribui, simula para desequilibrar como ninguém, dribla e remata como um talentoso avançado. Mas mais que tudo, esta equipa tem agora um treinador que a deixa respirar sem grandes regras, ideias fixas ou imposições tácticas. Mourinho brilha mais numa equipa que precisa da mão forte de um treinador (veja-se os casos do Porto e do Inter, que eram outsiders nos anos em que com Mourinho chegaram ao Olimpo) do que numa equipa de estrelas, onde o seu ego e a sua vontade de ditar o rumo não permite que a genialidade se solte pura e sem grilhetas, que é assim que os seus emissários devem respirar.

 

É verdade, o Schalke, como muito bem tweetou Nuno Madureira “não soube abrigar-se e esperar que passasse a chuva. Continuou ali de um lado para o outro, a apanhar água na tromba”. Ainda assim, o que se viu ontem poderá ter sido o prenúncio de uma das mais entusiasmantes equipas dos últimos anos, para lá do famoso tiki taka do Barcelona e do recente renascimento desse movimento Guardiolístico no Bayern de Munique. Saiba Ancelotti manter este rumo de crescimento contínuo, de libertação dos seus génios puros e a recompensa terá de surgir. A esperança é que o futebol, mais do que o mundo, encerre ainda alguma justiça.

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publicado por bolaseletras às 18:08

Diálogos para um crescimento sustentado

Quarta-feira, 26.02.14

 

- Pai, este angry bird é gordo!

- Pois é.

- É parecido contigo.

- Porquê???

- Porque é gordo.

- Eu sou gordo?

- Tens a barriga assim grande (construindo com as duas mãos uma forma oval na qual, obviamente, não me reconheço). Enquanto a mãe se ria descontroladamente, contra-ataquei com as minhas melhores armas.

- Já vi que tu hoje queres dormir na rua.

- Nãaaaaao!!!!!!!!

- Então só tens que perceber que o pai não é gordo, é forte.

- Hum. – seguido de um silêncio perturbador.

- O que é que o pai é, Miguel? – insistência esperançosa.

- Forte…

 

Nada como um bom diálogo pai filho para promover a harmonia familiar.

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publicado por bolaseletras às 18:23

Ucrânia e Síria: a mesma guerra, as vítimas de sempre

Terça-feira, 25.02.14

 

A guerra, não obstante a sua repugnância, é ainda assim explicável pelas eternas diferenças que sempre orientarão os homens e os diferentes povos. Confesso que tenho mais dificuldades em perceber a guerra no seio de um mesmo povo, como forma de afirmar ideias e de fazer valer convicções e pretensões. Estes conflitos internos, as propaladas guerras civis, tendem a destruir o que outrora fora unido, resultando na destruição do património material e imaterial de um mesmo povo. Uma nação em guerra consigo mesma não difere muito de uma sociedade em que os irmãos aprendem a odiar-se, em que os vizinhos de outrora são hoje estranhos apenas unidos pela violência. Cinzas, muita cinza, é agora esse o ar que se respira, pelo meio dos escombros de um passado de sol, das ruínas perdidas em negros rios de lágrimas. Gritos de crianças que já não ferem o coração dos pais, imunes à dor que de tão forte deixou de se sentir, crianças que já não o são porque o seu mundo acabou, já não saltam, já não brincam, já não correm nem riem, crianças que perderam a despreocupação de não ter de olhar para o lado, para o mal que espreita sem razão.

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publicado por bolaseletras às 19:18

O que falhou, papa Pinto?

Segunda-feira, 24.02.14

 

Nesta história do anunciado mas, atenção, ainda não concretizado falhanço total de Paulo Fonseca à frente dos destinos portistas há várias frentes de ataque. Há quem vá à génese do acto e critique a aquisição de um treinador com provas dadas apenas num fantástico ano mas num pequeno clube como o Paços Ferreira. Depois, há quem olhe para o fenómeno como um sinal de pré-demência de Pinto da Costa, nesta fase em que parece recusar-se a aceitar que a escolha foi má, que o futuro do clube não é nem pode ser com um treinador nitidamente sem recursos anímicos, sem soft skils, sem capacidade de liderança e, pelo que tem demonstrado, sem qualidade técnica para uma cadeira do poder tão exigente. Ora bem, vou tentar explicar o porquê destas duas perceções que atrás referi de uma forma lógica e simples, sem grandes enredos de telenovela que é o que tem lançado a bruma sobre o estado da nação portista.

 

Pinto da Costa, mais do que ter criado os fenómenos precoces Mourinho e Villas Boas, arriscou com eles no escuro, lançou-os e deu-se mais do que bem, deu-se excelentemente. Mourinho fora adjunto no Barcelona, é certo, fizera umas gracinhas por Leiria e pela Luz, mas nunca ganhara nada sozinho. No Porto atingiu o olimpo e quem teve olho para ver nele qualidades inimitáveis foi o eterno presidente portista. Villas Boas dera ainda menos provas de que seria uma escolha vencedora, mas ainda assim Pinto da Costa apostou nele, provavelmente muito movido pelo facto do jovem André ser dragão de alma e coração. Depois de duas experiências com tão incríveis resultados na aposta de dois jovens treinadores, como não arriscar num tão prometedor mister Fonseca que pegara no Paços de Ferreira e o levara à liga dos campeões? Não há duas sem três, pensou Pinto da Costa, esquecendo-se que a experiência internacional de Mourinho e de Villas-Boas foram essenciais para lhes dar estaleca, auto-confiança, conhecimentos e, sobretudo, credibilidade perante os jogadores. Pinto da Costa esqueceu este e outros pormaiores e foi atrás do seu killer instinct que por uma vez o deixou mal. E depois disto, porque não reconhecer o erro, mudar a agulha o mais rápido possível, tentar recuperar o que ainda há para recuperar? O papa do norte sabe bem que à vigésima jornada nenhum treinador conseguirá “virar” uma equipa, sabe ainda melhor que não tem jogadores para tirar o campeonato ao Benfica. Mudar agora e falhar seria dar-se à acusação de dois erros – a aposta em Fonseca e a saída de Fonseca com mais de meio campeonato disputado. Assim, mesmo que nada vença e tudo perca, ficará como o arauto da estabilidade, possivelmente apoiado em mais umas choradeiras com uns casos de arbitragem que sempre acabam por surgir. Não se trata já de corrigir o erro, mas sim de fazer a gestão do erro. Não subestimem o papa Pinto, tudo menos isso.

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publicado por bolaseletras às 14:35

O passado em Paços não chega, Paulo

Domingo, 23.02.14

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publicado por bolaseletras às 21:25

Rio Ave 1 - Sporting 2

Sábado, 22.02.14

 

Contrariamente ao que tenho feito na maior parte desta época, e apesar de ser difícil não me deixar embalar por esta vitória suada, sofrida, a ferro e fogo, parece-me importante olhar um pouco para o que creio poderia estar melhor ou, pelo menos, ser objeto de alguma reflexão no futebol leonino. Isto porque a primeira parte me fez lembrar muitas primeiras partes da triste época passada, apenas com jogadores diferentes. André Martins quando não se supera aproxima-se de um jogador jeitoso mas que tenho dúvidas tenha consistência para jogar numa equipa grande. Adrien está cansado de levar o meio campo construtivo às costas e com as pernas pesadas perde discernimento. William, o grande e inabalável Carvalho, é enorme mas não é Deus. Heldon, um jogador que não duvido venha a ser muito útil, foi elevado a fundamental em poucos dias, ficando a dúvida se isso terá sido assim tão positivo para ele, para Carrillo e para Capel (Mané, esse, já percebemos que tem demasiada qualidade para se deixar afectar por essas questões). Quanto a Montero, um finíssimo jogador que nos últimos tempos tem permitido dúvidas sobre se a sua posição é efectivamente a de um puro n.º 9, talvez vá beneficiar do castigo da próxima jornada para libertar a pressão e para sentir a benéfica pressão de Slimani. Hoje valeu-nos o grande Islam Slimani e um miúdoMané que apesar de não se chamar Cavaleiro, e de não jogar apenas os últimos minutos de alguns jogos (sim, falo de André Gomes) merecia 10 vezes mais elogios que toda essa rapaziada simpática da formação vermelhusca.

 

Para terminar, elogiar a arte de mister Leonardo ao mexer na equipa? Sim, a primeira reacção foi fazê-lo, mas como me lembrou o Pedro a questão é que Jardim não tem acertado nos titulares. Não queria ser tão cáustico, apetece-me mais acreditar que por detrás do semblante fechado do nosso madeirense mister está um refinado sentido de humor, o que o leva a guardar a glória para o momento de mexer na equipa, mantendo assim o suspense até final. Isso de acertar à primeira seria fácil de mais. Força rapazes, o topo da montanha é já ali!

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publicado por bolaseletras às 22:37

Para aquecer o fim de semana, nada como os Jogos Olímpicos de Inverno em Sochi

Sexta-feira, 21.02.14

 

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publicado por bolaseletras às 18:15

Coisas da bola - estado da arte

Quinta-feira, 20.02.14

 

Hoje falava-me um amigo meu da vergonha que foi o jogo Atlético de Madrid vs Milan, em que, numa estratégia concertada, parece que os jogadores madrilenos violentaram fisicamente a única pérola de um Milan decadente - o irreverente, genial e inconstante Balotelli - travando assim a única esperança dos italianos em sair vitoriosos da eliminatória. Dizia-me ele que a estratégia fora concertada pois cada espanhol, à vez, para evitar a expulsão, ia arreando no pobre rapaz. Respondi-lhe eu que gosto muito deste aguerrido e valdevinos Atlético, uma equipa erigida à imagem do guerreiro que foi Simeone enquanto jogador, mas que fiquei hipnotizado a assistir ao descalabro do Arsenal perante o colosso Bayern. Se me irritava o tiki taka dos anões catalães, este tiki taka desempenhado por atletas à séria, por tanques com técnica e por esse mago incompreendido que é Arjen Robben deixa-me extasiado. Por falar em tiki taka, é impossível ficar indiferente à imagem que encima este post, o retrato perfeito de que acima do jogo, da competição, dos milhões, no futebol é sempre possível que os laços criados superem tudo o resto. Messi a abraçar Touré, a humanidade de um génio a dizer que mais do que a genialidade interessa-nos a humanidade. Por falar em abraços, um dia alguém escreverá a história do gigantesco, asfixiante e libertador abraço que Pepe Guardiola ofereceu ao mundo do futebol. Eu que, muito por influência do parolo nacionalismo que CR7 me fez adotar, aprendi a abespinhar-me perante o entediante perfeccionismo do futebol dos catalães, terminei a lição de Manchester a balbuciar: estes filhos da mãe jogam muito, mesmo muito. Felizmente Pepe não permitiu que a odisseia do tiki-taka terminasse aqui – a fantasia não tem fim.

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publicado por bolaseletras às 18:20

Mitos urbanos para lá das nuvens

Quarta-feira, 19.02.14

 

Acho que não conheço nenhum piloto da aviação comercial que não seja divorciado ou eternamente solteiro. Agora pensam vocês “lá vem o cliché que isso de trabalhar numa companhia aérea é um deboche, que aquilo quando fazem as escalas é até fazer faísca, que as hospedeiras são umas debochadas dos ares”. Não, nada disso, não posso concordar. Primeiro porque tenho boas e sérias amigas hospedeiras, segundo porque nem sempre a ocasião tem que fazer o ladrão, terceiro porque o jet lag muitas vezes não convida a atividades erótico-lúdicas. Outra coisa é a minha surpresa por ver amigas inteligentes e talentosas a desperdiçar a vida naquilo que, perdoem-me minhas amigas, só consigo ver como a digníssima profissão de empregadas de bar, de restaurante, de limpeza de mesas e de acompanhamento de gente assustada, com a particular especificidade de tudo isto se passar para lá das nuvens. Será que sentem uma qualquer sensação de liberdade por passarem a vida de um lado para o outro? Será que o ordenado relativamente generoso explica tudo? E se a maior parte delas é séria e mantém o soutien por baixo da farda porque é que os pilotos sofrem desta instabilidade matrimonial? Será que o facto deles passarem a vida com a oportunidade debaixo do nariz os impede de vislumbrar a nitidez do horizonte familiar? Ou será que o mito urbano não é assim tão mito e a esmagadora maioria das aeromoças são afinal umas senhoras desavergonhadas? E são estas as questões que me assolam em dias cinzentos e chuvosos. Devo andar a precisar de viajar, de avião, de preferência, para uma análise mais sustentada em factos reais (visualizados e não concretizados, como é evidente).

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publicado por bolaseletras às 18:39


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