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Singelos apontamentos sobre mais uma gloriosa época do glorioso Benfica

Segunda-feira, 18.05.09

 

 

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publicado por bolaseletras às 22:18

The special one em italiano

Domingo, 17.05.09

 

 

José Mourinho venceu o campeonato italiano e juntou mais um título a uma carreira que se arrisca a ser inigualável. Mourinho é novo, é ambicioso, não mata a sede de sucesso em cada golada de glória com que vai acalmando os insaciáveis anseios de vitória. Nunca está satisfeito e essa  sofreguidão por querer mais e mais caracteriza-o como um campeão muito especial, por isso o título the special one lhe assenta como uma luva feita à medida.

 

O único treinador estrangeiro no ultra competitivo e exageradamente táctico campeonato italiano nunca esmoreceu, pôs-se sempre em bico de pés para afirmar as suas convicções, para gritar bem alto o que julgou serem injustiças com que tentaram minar-lhe o caminho de sucesso, deu sempre o peito às balas dos snipers que tentaram enfraquecer-lhe a equipa. Os seus jogadores sentem-se defendidos, respeitam quem demonstra tal força e arrogância competitiva, lutam para satisfazer quem tanto dá por eles e, ao mesmo tempo, para não se sujeitarem à crítica justa e incisiva de quem não admite menos do que a dedicação total à causa do sucesso.

 

Mourinho é português mas não é português. Revela traços de personalidade e de força mental que não estamos habituados a ver nos nossos líderes. Porquê? O que o fez tão forte, tão competente, tão sequioso de ser o melhor entre os melhores? Vem de dentro, vem bem lá do fundo da vontade e do ser. Vejam o filme com que se inicia o post, liguem o som e apreciem um animal irracional no que a derrubar tudo e todos para chegar ao objectivo final respeita.

 

José, não te esqueças do teu país, dá-lhe um pouco do que ele te deu, não esgotes toda a fibra e sabedoria por esse mundo fora. Guarda um pouco dessa força para fazeres das nossas fraquezas forças.

 

 

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publicado por bolaseletras às 17:19

Crise? Sem dúvida...and it´s all about money

Sábado, 16.05.09

 

 

"Em qualquer país em que o talento e a virtude não produzam progresso, o dinheiro será a divindade nacional." 

Denis Diderot 

  

 

 

"O dinheiro assemelha-se a um sexto sentido sem o qual não podemos fazer o uso completo dos outros cinco." 

Sommerset Maugham

 

 

 

"Descobri finalmente aquilo que distingue o homem dos outros animais: são os problemas de dinheiro." 

Jules Renard

 

 

"O dinheiro que temos é o instrumento da liberdade; aquele de que andamos atrás é o da servidão."

Jean Jacques Rousseau

 

 

 

"Essa história de que o dinheiro não dá felicidade é um boato espalhado pelos ricos para que os pobres não tenham muita inveja deles."

Jacinto Benavente Y Martinez

 

 

 

"O dinheiro acabei por descobrir, era exactamente como o sexo: quando não se tem não se pensa noutra coisa, e quando se tem pensa-se noutras coisas."

James Baldwin

 

  

 

"A política, a guerra, o casamento, o crime, o adultério. Tudo o que existe no mundo tem algo a ver com dinheiro."

Graham Greene

 

 

 

"O dinheiro é a coisa mais importante do mundo. Representa: saúde, força, honra, generosidade e beleza, do mesmo modo que a falta dele representa: doença, fraqueza, desgraça, maldade e fealdade."

Arthur Schopenhauer

 

 

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publicado por bolaseletras às 16:07

Post a passar à frente (risco grave de lesão na retina)

Sábado, 16.05.09

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publicado por bolaseletras às 01:22

Contos de futebol - Tanta pasión para nada

Quinta-feira, 14.05.09

A pretexto do Mundial de futebol de 2002 a editora Relógio D´Água publicou em Maio desse ano a antologia "Contos de futebol". A obra reúne 10 contos sobre futebol, dentro e fora do campo, para a qual contribuem sobretudo autores ibero-americanos, de entre os quais se destacam Javier Marias, Osvaldo Soriano e, não um escritor propriamente dito, mas um dos maiores escribas sobre as coisas da bola - Jorge Valdano.

 

Mas o conto que mais me chamou a atenção foi escrito por Julio Llamazares e intitula-se (em espanhol, que é ainda mais bonito) "Tanta pasión para nada". O conto incide sobre um jogador do Desportivo da Corunha, Djukic, artista da bola tristemente celebrizado por falhar o penalty que impediu o Corunha de ser campeão espanhol, título que seria o primeiro na história do clube galego. 

O drama é maior quando percebemos que a desgraça se deu no último jogo do campeonato, no último minuto, enfim, catarse maior na vida de um jogador não pode haver. O jogo decisivo foi com o Valência, quem se ficou a rir com o penalty falhado foi o Barcelona, campeão na triste temporada para o futebol galego que foi a de 1993-1994. Fiquemos com uns laivos de "Tanta pasión para nada", exemplo feliz de como a bola pode rimar tão bem com letras.

 

"Quando segurou a bola, Djukic lembrou-se do que a sua mulher lhe tinha dito naquela tarde; parecia que o tinha profetizado. Se surgir a ocasião, tinha-lhe dito Ceca, nem te passe pela cabeça marcar um pénalti"

 

"Quando Ceca disse aquilo, Djukic - lembrava-se agora - tinha começado a rir-se. Achara tanta graça à carinhosa advertência de Ceca, sempre tão receosa, sempre tão preocupada com ele, que desatara a rir-se como fazia quando a mãe lhe dizia em pequeno, lá, em Stitar (que longe estava agora!), que não rematasse com muita força, não fosse magoar o guarda-redes."

"(...) os seus companheiros já o procuravam com o olhar e, do banco, todos, Arsenio, o médico, o massagista, até os jogadores suplentes - entre os quais divisou Donato - lhe faziam gestos histéricos para que se dirigisse à outra área. A Djukic pareceu-lhe que todo o estádio se apoiava, de repente, sobre ele."

 

"(...) os jogadores de ambas as equipas, o público, inclusivamente, os polícias e os fotógrafos, que até esse instante se amontoavam às centenas por trás da baliza, tinham desaparecido. No estádio de Riazor - e no mundo - já só estavam ele, o guarda-redes e o árbitro."

 

"Djukic começou a correr, sem saber ainda como marcar o pénalti. Já não podia pensar; já era tarde para tudo. Pontapeou a bola sem a olhar, como se chutasse o ar (o ar que lhe faltava) e durante uns segundos, que lhe pareceram longuíssimos, intermináveis, observou como se afastava em direcção à baliza, onde a mancha azul do guarda-redes começava, lentamente, a deslocar-se. Nem sequer viu para onde ia; não viu como a defendeu. Apenas viu que, de repente, o campo voltou a rugir, depois de vários segundos mudo, e o guardião do Valencia, que tinha voltado a levantar-se, começava a correr e a dar saltos de alegria, enquanto os seus companheiros de equipa corriam a abraçá-lo. Tinha defendido o pénalti. Os companheiros de Djukic tardaram mais a fazer-lhe o mesmo, mas ele nem chegou a dar por isso. Ajoelhado no relvado, como um pugilista caído, só pensava em fugir dali enquanto repetia para si mesmo, como quando o seu irmão se matou, o que o pai costumava dizer da vida quando esta o maltratava: tanta paixão para nada".   

 

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publicado por bolaseletras às 23:21

Money (pérola 2) - A pala dos burros que nos cega

Quarta-feira, 13.05.09

      

"Porque será que sentimos um desejo de proteger ao observarmos o ser amado que não se sabe observado? Porque será que nos dói o coração ao vermos um par de sapatos abandonado? Ou o ser amado que dorme? Pode ser que o corpo adormecido do ser amado expresse todo o patético desta ausência, todo o desamparo de quem ignora que está a ser observado...

 

Os actores são pagos para fingir que não sabem que estão a ser observados, mas é claro que eles esperam a cooperação de quem os observa, e quase sempre a obtêm. E há também os actores que não são pagos (pensei eu): esses é que é preciso observá-los."

 

À primeira vista o primeiro e o segundo parágrafo desta passagem de Money têm apenas uma ligação casual, uma reflexão que parte da ponta de outra e avança para um campo do comportamento humano distinto. Errado. Dos sentimentos gerados pela contemplação da pessoa amada passa-se para a análise do comportamento dessa pessoa. Será inocente toda aquela doçura? A atracção que o objecto do amor sabe estar a despertar no observador é provocada? estudada? procura manipular os olhos e o coração de quem se perde na adoração?

 

A história das palas dos burros não deveria nunca ser esquecida pela turba dos apaixonados. O olhar não se deve limitar a olhar. Deve ver, absorver, perceber. Tudo o que está para além do nosso campo de visão é o que realmente importa. O que percebemos conhecemos, tudo o resto que não passa da retina tende a dominar-nos.

  

 

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publicado por bolaseletras às 20:38

Quelqu´un m´a dit que a beleza não tem fim

Segunda-feira, 11.05.09

 

  

Este post poderia ser sobre inúmeros temas. Sobre a beleza feminina ou o encanto de uma voz sedutora, sobre a mais bela língua para cantar o amor. Poderia ainda teorizar acerca da atracção das mulheres pelo poder, ou embrenhar-me na importância que a companhia de uma bela mulher tem para os homens poderosos.

 

E porque não deixar-me de maquiavelices e regozijar-me, eu e o resto do mundo, com o belo e puro amor entre Monsieur Sarkozy e a ragazza Bruni? Ou que Carla Bruni simplesmente precisava de um homem com poder nuclear, para fazer a bomba explodir? Sou português e, apesar de tudo sou dos que gostam de o ser, pelo que mesmo com apenas 0,001% de conhecimento dos factos estou mais que habilitado para especular em todas as direcções, que alguma bala especulativa (já havia a bolha, invento agora a bala) há-de acertar no alvo da inequívoca verdade. 

 

Mas de análises supostamente perspicazes e incisivas sobre os amores e os podres dos nossos poderosos está o inferno cheio e os ouvidos fartos. Antes do mediático casamento entre Carla Bruni e Sarkozy já a melodia de "Quelqu´um m´a dit" me mexia com os sentidos. A beleza foi abusivamente generosa com Bruni, não vou estragá-la com mais palavras. Fiquem com as imagens e com a música da musa do Eliseu, la nouvelle Marianne.

 

 

On me dit que nos vies ne valent pas grand chose,
Elles passent en un instant comme fanent les roses.

 

 

  

On me dit que le temps qui glisse est un salaud que de nos chagrins il s’en fait des manteaux pourtant quelqu’un m’a dit…

Refrain:

 

 

 

Que tu m’aimais encore,
C’est quelqu’un qui m’a dit que tu m’aimais encore.
Serais ce possible alors ?

 

 


On me dit que le destin se moque bien de nous
Qu’il ne nous donne rien et qu’il nous promet tout
Parais qu’le bonheur est à portée de main,

 

  

 

Alors on tend la main et on se retrouve fou
Pourtant quelqu’un m’a dit …

Refrain

Mais qui est ce qui m’a dit que toujours tu m’aimais?

  

    

  

Je ne me souviens plus c’était tard dans la nuit,
J’entend encore la voix, mais je ne vois plus les traits
“Il vous aime, c’est secret, lui dites pas que j’vous l’ai dit”
Tu vois quelqu’un m’a dit…

 

  

 

Que tu m’aimais encore, me l’a t’on vraiment dit…
Que tu m’aimais encore, serais ce possible alors ?

On me dit que nos vies ne valent pas grand chose,
Elles passent en un instant comme fanent les roses

 

 

 

On me dit que le temps qui glisse est un salaud
Que de nos tristesses il s’en fait des manteaux,
Pourtant quelqu’un m’a dit que…

Refrain

 

 

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publicado por bolaseletras às 20:49

A vontade de que o futebol fosse o "Joga bonito" de Eric Cantona

Domingo, 10.05.09

 

Bem preferia poder evitar o papel de velho do Restelo por cada penosa jornada da Liga portuguesa. Hoje nem vou remexer mais o dedo na ferida, as exibições de Sporting e Benfica foram sofríveis, o termo mediocridade serve de resumo à coisa.

 

"Joga bonito". Foi uma campanha da Nike que antecedeu o campeonato do mundo de 2006, na qual ressurgiu "the King", Eric Cantona, como porta voz. Esta campanha defendia o fim dos actos teatrais e enganosos nos campos de futebol, enfim, propugnava pela verdade e pureza no futebol. Dá prazer ver os vídeos que se seguem, é esta arte que é a essência do futebol, a magia que encanta os seus adeptos.

  

Cantona foi um futebolista que protagonizou inúmeros episódios polémicos e violentos durante a sua fabulosa carreira. Mas acima de tudo deu ao jogo momentos únicos, tornou-se um dos maiores ícones do grande Manchester United, ao lado de George Best e ainda acima do nosso Ronaldo (aquela paixão por Madrid não se apagará da memória dos verdadeiros fans).

 

Cantona foi um daqueles raros futebolistas em que a personalidade e carisma acompanhou a qualidade futebolística. Antes dos enebriantes trailers do "Joga bonito", deliciem-se com os 10 melhores golos de Eric, com o relato dos incríveis jornalistas desportivos ingleses, com a arrepiante atmosfera gerada pelo público inglês.

 

 

 

 

  

  

 

Depois de tanta arte quase que me consigo esquecer do vergonhoso episódio entre o sr. Augusto Duarte e o treinador de guarda-redes do Sporting. O momento mais animado do jogo foi antes do jogo e nada teve a ver com futebol! É isto que queremos para o nosso futebol? Tenham juizinho, senhores...

 

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publicado por bolaseletras às 00:44

Money (pérola 2) - Da inevitabilidade dos cifrões que comandam a vida?

Sábado, 09.05.09

 

"Se todos nós largássemos as ferramentas e durante dez minutos déssemos as mãos e parássemos de acreditar no dinheiro, então o dinheiro deixaria de existir. Nunca faremos isso, evidentemente. Talvez o dinheiro seja a grande conspiração, a grande ficção. A grande viciação, também: estamos todos viciados e não somos capazes de nos desabituar. Nem sequer há nele alguma coisa de muito século XX, a não ser a disposição. Não é simplesmente possível abandonar essa droga, mesmo que queiramos. Não podemos tirar a macaca do dinheiro das costas."

 

Utopias, tretas ditadas por almas que aspiram à pureza. Era bom, era saudável, era uma possibilidade para este mundo, sim. Mas irrealizável à luz do que conhecemos. Os cifrões dão-nos o que desejamos, mesmo que sem cobiça, mesmo que sem ganância. A casinha, o carrinho, o fato catita, a merda das estantes a abarrotar de livros que não temos tempo para ler. Aparelhagem fantástica, dolby fucking surround para matar de inveja o palhaço do vizinho do lado!

  

Passo a passo, um dia após o outro. Aprender a viver no meio da competição por mais um punhado de euros ao fim do mês e não fazer disso o fulcro da vida. A ambição, doseada, pode ser uma arma para não nos atolarmos na monotonia da mediania. Mas procurar ir mais além não pode tudo justificar, olhar para cima não implica desprezar quem momentaneamente está por baixo.

 

O tilintar das moedas no fundo dos bolsos não pode ser a melodia que comanda a vida. Viver do dinheiro mas não viver para o dinheiro. A fronteira é ténue mas pode e deve ser correctamente definida. Sob pena de nos afogarmos no mar de notas que nos roubará o sentido da vida.

  

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publicado por bolaseletras às 01:36

É isto o futebol

Quinta-feira, 07.05.09

Arsenal 1 - Manchester United 3

Resumo do jogo:

RONALDO x 3! Não há Messi para ele!

 

0-1

 

 

0-2

 

 

0-3

  

 

 

Chelsea 1 - Barcelona 1

Resumo do jogo:

- O Chelsea não é o Real Madrid;

- O azar das ausências de Puyol, Márquez e Henry;

- A sorte de um golo no último minuto;

- E, realmente importante, a política no futebol:

a) À UEFA não convém que um só país domine a Liga dos campeões, tira competitividade e interesse à competição;

b) À UEFA convém uma final com a atracção extra do duelo entre os dois melhores do mundo, Ronaldo vs Messi;

c) A UEFA não gosta de multimilionários de leste com um currículo duvidoso e que, para sua diversão, compram clubes como quem troca de carro;

d) E, para garantir que tudo corre às mil maravilhas, nada como um um árbitro que não é de topo e sem personalidade.

 

Enfim, apesar destes tristes episódios extra bola, não podemos viver sem ele, o maravilhoso futebol!

 

 

 

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publicado por bolaseletras às 23:54






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