Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



Da série uma pausa para publicidade - Absolut vodka

Sábado, 11.07.09

 

Além de ser a minha vodka preferida, nas suas versões com sumo de limão (Trinaranjus, obrigatoriamente), on the rocks e tónica, a vodka Absolut destaca-se por estar associada a uma das mais criativas campanhas publicitárias deste louco mercado. A crescente popularidade da vodka Absolut ficou a dever-se a uma feliz e original associação com o mundo da arte e da moda.

 

Esta abordagem inovadora revelou-se essencial para aumentar o reconhecimento da marca pelos consumidores. Por outro lado, coexistindo no seio de uma gama de produtos que pareciam não dar grande margem de manobra para campanhas diferenciadoras, a Absolut conseguiu criar uma imagem própria, atingindo assim o máximo objectivo de se destacar num universo de produtos aparentemente iguais.

 

Moral da história: não basta termos qualidade, temos de procurar ser únicos. Like in an absolut world. Ou, como alguém disse, there´s no absolutes in life - only vodka.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por bolaseletras às 19:43

Revista de imprensa - o balneário da europa

Sexta-feira, 10.07.09

 

Nos tempos que correm, deparo-me com duas estradas distintas, paralelas, mas com sentidos opostos. Essas duas vias rápidas mais não são que a possibilidade de escolha de um de dois caminhos, face aos artigos de opinião dos mais iluminados escribas da nação. A possibilidade de escolher entre essas duas alternativas contrasta com o caminho único seguido pelos inquestionáveis críticos do país, do sistema, da democracia, da cor do céu que nos cobre, do excessivo calor deste sol que nos faz suar, enfim, ler estas senhoras e senhores entrega-nos de modo irremediável à miséria de país em que vivemos, à irreversibilidade dessa condição de desgraçados habitantes deste cantinho à beira-mar plantado.

 

Em suma, posso optar por me aliar às tonitruantes vozes que conduzem à eterna descrença no futuro da nação, ou posso armar ao revolucionário e converter-me em pateta alegre, o optimista que acha que isto ainda tem salvação. Quanto a este dilema a minha posição é a seguinte: eu faço a minha parte, com uma ligeira esperança que os outros façam a parte deles. Depois, logo se vê no que a coisa vai dar.

 

Vem esta conversa a propósito de um artigo da revista Courrier Internacional, versão portuguesa. Apesar de uma mão cheia de artigos que nunca irei ler, porque querer tudo saber é meio caminho andado para nada saber, são sempre muito interessantes os artigos de jornais e revistas estrangeiras que se debruçam sobre Portugal. Nada como perceber como os outros nos vêem para melhorar o nosso auto-conhecimento.

Na edição de Julho, Jordi Joan Banos, um jornalista espanhol, ex-correspondente em Lisboa do Jornal La Vanguardia de Barcelona, considera que a salvação de Portugal está no sol, nas praias, na areia e no mar. O artigo intitula-se muito sugestivamente "O balneário da Europa". Para vos aguçar o apetite transcrevo apenas o primeiro e último parágrafo do texto que, não dizendo tudo, já dizem muito:

 

"Se há um lugar da Europa que não foi colhido de surpresa pela estagnação da economia é Portugal. Mais do que uma conjuntura económica, a crise e a melancolia que leva acoplada parecem ali um estado de alma."

 

"Depois de ter sido a guarda avançada do Ocidente e o pioneiro da globalização - veja-se a Índia, a que Portugal chegou antes que a «Las Indias», em contraste com Castela -, com a sua lentidão, a sua luz e os seus sabores, Portugal parece resignado ao seu destino de balneário da Europa."

 

Vai um mergulhinho?

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por bolaseletras às 20:46

Da série o defeso prenho de esperanças - Javier Saviola

Quinta-feira, 09.07.09

 

Clubisticamente falando, dava-me algum jeito que Saviola não lograsse ressuscitar a sua carreira num Benfica ávido de títulos. Muito irá depender de Jesus (o que mora na Luz, não o que espalha luz), da sua capacidade de motivar o jogador e de o fazer acreditar nas suas capacidades, que certamente não desapareceram de um momento para o outro. O rendimento do jogador dependerá também da força de vontade que ele tenha para se mostrar num campeonato muito menos mediático que o espanhol, de esquecer os confortáveis milhões que já embolsou aos 27 anos e de voltar a dar o litro como se fosse a primeira vez.

 

O Benfica manteve grande parte da estrutura da sua equipa, o que, ao contrário de anos passados, lhe permitirá encarar com maior realismo o dichote "este ano é que é". A brecha no porta-aviões que Pinto da Costa abriu nos tetracampeões ao não conseguir evitar a saída de Licha e de Lucho são uma oportunidade para Benfica e Sporting. Muito dependerá do sucesso de apostas como Matigol e Saviola. Sangue fresco é preciso, veremos se as adaptações permitirão potenciar as qualidades dos reforços de Benfica e Sporting. 

 

Não sei porquê, mas no final do campeonato que se aproxima cheira-me que vou regressar a este post para lembrar que um ano antes previ que o Sporting seria campeão. É cá um feeling.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por bolaseletras às 19:30

Aparição (pérola 3) - Talvez a paz seja vizinha do desespero

Quarta-feira, 08.07.09

 

"A paz não está em nós, não está a minha em ti, não está em mim a tua. Mas tu queres amar o teu próprio desespero como uma embriaguez, eu sonho a plenitude de umas mãos dadas com a vida. Talvez, porém, que para lá da minha verdade que procuro esteja a tua loucura."

 

Acreditem que não é entrando no contexto de "Aparição" que se apreende toda a força destas palavras de Vergílio Ferreira. A demanda da paz no seio da paixão é missão inglória por perder-se na contrariedade dessa busca. Nos recantos de dois corpos submersos em suor e em dúvidas que nunca acabam, mais facilmente se encontra a loucura e o desespero do que a celestial paz, a plenitude que os poetas acreditam habitar nas paixões terrenas.

 

Talvez a passagem da louca paixão para o sereno amor marque com ferro em brasa a transição da turbulência para algo mais próximo da paz. Talvez as palavras de Vergílio escapem ao meu entendimento e nada do que aqui escrevo faça sentido. Talvez as palavras de um génio tenham como principal virtude a capacidade de se tornarem inexpugnáveis.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por bolaseletras às 23:12

Da série olhares que fascinam - Isabel Gomes da Silva

Quarta-feira, 08.07.09

Inicio aqui uma série sobre fotografia amadora. As imagens são retiradas de um excelente site de fotografia, o olhares.aeiou.pt/. Hoje destaco algumas fotografias da Isabel Gomes da Silva, podem encontrar mais flashes desta artista amadora em olhares.aeiou.pt/IsaMar.

 

A arte que se encontra na objectiva da Isabel deslumbra, mostra-nos a realidade como ela é quando a contemplamos no cerne da sua beleza. Olhar, olhares, olhos que podem cegar perante a imensidão de um mundo que não pára de nos surpreender. Os títulos que antecedem cada fotografia são também da Isabel. Disfrutem.

 

NOSTALGIA

 

DELÍRIOS

 

VOANDO

 

O CAMINHO

 

O FOTÓGRAFO

 

ESTÁ DE CHUVA

 

ENCONTROS

 

A PONTE

 

IN MY DREAMS

 

ATÉ AMANHÃ

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por bolaseletras às 12:45

És o maior, Cristiano!

Segunda-feira, 06.07.09

 

 

80.000 espanhóis juntam-se hoje no Santiago Bernabéu para idolatrar o melhor jogador do mundo. Se o meu lado racional me diz que esta manifestação mais não é que a inequívoca demonstração da parolice de um povo, a metade de mim que se deixa seduzir pela irracionalidade do futebol incha de orgulho.

 

Orgulho por Cristiano Ronaldo, orgulho 100% sportinguista, orgulho por ser de um clube que dá ao mundo o melhor de Portugal, que alimenta o sonho de que conseguimos pegar em matéria prima em bruto e transformá-la em brilhantes pedras preciosas. É a escola de formação do Sporting, são aqueles carolas persistentes que educaram e formaram miúdos como o Cristiano que estão de parabéns, logo a seguir a Ronaldo.

 

Falo em orgulho sportinguista e não em orgulho português porque o Cristiano nada deve a Portugal. De Portugal e dos portugueses tem sobretudo recebido críticas e invejas, comportamentos típicos de um povo que mais facilmente inveja do que elogia. Como se Ronaldo sozinho fosse capaz de ultrapassar as fragilidades da equipa nacional e das incompetências técnicas dos responsáveis pela selecção. Parabéns Cristiano, vieste do nada e hoje és grande!

 

p.s. - Apesar do ar tipicamente vacarrona, ideal para a toilette de uma qualquer oficina da cintura industrial de Lisboa, acho que o Cristiano ficava bem com a Nereida. Nada como um toque cor de rosa num post nitidamente pouco edificante para as qualidade intelectuais do signatário.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por bolaseletras às 17:15

O alho - essa instituição nacional

Domingo, 05.07.09

 

Quando o Primeiro Ministro de um país celebra a assinatura de um tratado decisivo para o futuro da União Europeia e, consequentemente, do próprio país que governa, com um eloquente "porreiro pá", torna-se fácil decifrar o código genético dessa nação.

 

O alho e condimentos da mesma lavra são indubitavelmente uma instituição nacional. Da mesma forma, a palavra começada por "F" (a censura é em defesa das criancinhas que sei acompanharem o "bolaseletras" em busca de mulheres nuas) é utilizada como o são os coentros na açorda, ou o azeite no bacalhau, que, como se sabe, também quer alho.

 

Por outro lado, o cócó é desdobrado em toda a riqueza da semântica que lhe acompanha o odor, passeando pela boca dos lusitanos cidadãos como o condutor domingueiro que se arrasta, lenta e irritantemente, pelas avenidas de uma qualquer marginal solarenga deste nosso Portugal.

 

Vejam os exemplos que se seguem e discordem de mim se puderem. De qualquer forma, quer-me parecer que serei eu a levar a bicicleta.

 

Manuel Viravinhos - Um genuíno produto do clube do povo ou a grandeza da democracia à moda da Luz

 

João César Monteiro - Uma das mil e uma razões que justificam inapelavelmente o financiamento estatal ao cinema português

 

Um repórter da RTPN com justificadas aspirações a estrela na TVI

 

Alberto João Jardim - Das incontornáveis especificidades da insularidade madeirense ou das importunas clarividências do miserabilismo da nossa classe política

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por bolaseletras às 21:44

Da série a arte está em todo o lado - Michael Air Jordan

Sábado, 04.07.09

 

 

Para distrair dos momentos pré-parto, da ansiedade que me envolve como um colete de forças, relembro idades de maior descontracção, tempos em que a vida flutuava levemente. As madrugadas a assistir aos jogos da NBA, o prazer que era voar nas asas de Michael Air Jordan. Prazeres distintamente intensos, bem mais profícuo este que agora vivo.

 

Enquanto as contracções não dão tréguas à doce lutadora e o Miguel não sai para este mundo sem líquido protector, vou largando por aqui flashes da arte de Michael Jordan. Ah, e as suas palavras também podem ser consideradas arte, porque inspiram e ensinam a voar.

 

p.s. - Comecei a escrever este post umas horas antes do nascimento do Miguel. Só hoje consegui terminá-lo, vá-se lá imaginar quem foi o anjinho que adiou a publicação do mesmo. Deixa lá miúdo, daqui a uns 20 anos, quando fores o novo Cristiano Ronaldo, pagas-me com juros.

 

  

  

 “I've missed more than 9000 shots in my career. I've lost almost 300 games. 26 times, I've been trusted to take the game winning shot and missed. I've failed over and over and over again in my life. And that is why I succeed.”

   

 

 

“There are plenty of teams in every sport that have great players and
never win titles. Most of the time, those players aren't willing to
sacrifice for the greater good of the team. The funny thing is, in
the end, their unwillingness to sacrifice only makes individual
goals more difficult to achieve. One thing I believe to the fullest
is that if you think and achieve as a team, the individual accolades
will take care of themselves. Talent wins games, but teamwork and
intelligence win championships.”

  

 

 

“I can accept failure, everyone fails at something. But I can't accept not trying.”
 
“You have to expect things of yourself before you can do them.”

 

 

 

 

“If you accept the expectations of others, especially negative ones, then you never will change the outcome.”

 

“The game is my wife. It demands loyalty and responsibility, and it gives me back fulfillment and peace.”

 

 

 

 

 

 

“To be successful you have to be selfish, or else you never achieve. And once you get to your highest level, then you have to be unselfish. Stay reachable. Stay in touch. Don't isolate.”

 

 

 

“I know fear is an obstacle for some people, but it is an illusion to me . . . Failure always made me try harder next time.”

 

“I never looked at the consequences of missing a big shot . . . when you think about the consequences you always think of a negative result.”

 

“People ask me if I could fly, I said, "yeah.... for a little while."”

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por bolaseletras às 22:49

Da série conselhos que podem salvar reputações - Festas felizes

Sábado, 04.07.09

 

Não, não falo de mulheres deslumbrantes, de um bar bem recheado ou da droga da moda distribuída como balões em aniversários dos petizes. Falo do opening moment, do riscar do fósforo. Para tornar uma festa inesquecível valem as duas primeiras músicas a mexer com as pernas e a disposição dos foliões. É começar com os Marretas e não deixar a coisa esmorecer com o "Don´t you forget about me" dos Simples Minds. Acreditem, é tiro e queda, é coisa para festa brava (não a do Pinho, o inesquecível pareceiro de Lino  - Lino e Pino, Pino e Lino - ou como dois dedinhos apenas podem destruir uma carreira já de si nada famosa). Deixemo-nos de marradas e passemos à festa:

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

tags:

publicado por bolaseletras às 00:28

Da série pérolas da blogosfera - Hyeronimous Bosch no seu Jardim das Delícias

Quinta-feira, 02.07.09

 

 

Agora que deixei de dormir (pela melhor causa de todas, diga-se), deu-me para as artes. Deve ser da obra prima que tive o privilégio de ajudar a pôr neste mundo, perdoem-me a imodéstia.

 

Andava já há algum tempo a pensar em escrever sobre um dos meus quadros e pintores de eleição, Hyeronimous Bosch. A falta de tempo para pesquisar mais sobre tão fantástica obra e artista não me permitiu antecipar-me a este excelente texto da Teresa Ribeiro, que podem ler mais no blog delitodeopiniao.blogs.sapo.pt.

 

Fiquem então a saber mais sobre Bosch e, se puderem, vão ao Museu Nacional de Arte Antiga e percam uma hora a contemplar mais uma obra única de Bosch: "Tentações de Santo Antão" (O quadro imediatamente a seguir é o relativo às tentações de Santo Antão, o quadro que encabeça o texto é o tríptico do Jardim das Delícias, as restantes imagens referem-se a detalhes deste tríptico). Eis o texto da Teresa Ribeiro:

 

"Há mais de um ano que tentava convencer a minha mãe a remover do quarto todos os resíduos daquela existência larvar a cheirar a pó de talco que eu queria esquecer. Tinha 15 anos, quase 16. Os laços rosa pálido do papel de parede atentavam contra a minha dignidade. As bonecas não combinavam com os Eças, Jorge Amados e Steinbecks que começava a alinhar nas prateleiras.

Até que um dia ela cedeu. Radiante, meti as bonecas na arca, fiz o escalpe das paredes e rumei à Dargil, na 5 de Outubro, onde de vez em quando entrava para namorar discos e os posters que um dia haveria de comprar para pôr no quarto.

 

Foi então que tive aquela epifania. Entre bandas metálicas e ícones do cinema descobri O Jardim das Delícias de Hieronymus Bosch, o holandês nascido em 1450 que viria a influenciar pintores do século XX como Salvador Dali. Não, jamais me passou pela cabeça levá-lo para pendurar à cabeceira da cama. Não era uma gótica, nem sequer andava lá perto. Mas a verdade é que não conseguia desviar os olhos daquelas criaturas grotescas que estranhamente me ameaçavam, sobretudo as da banda direita do tríptico, que representa o Inferno.

 

Jung chamou a Hieronymus Bosch "o mestre do monstruoso". Com efeito nunca, desde que interiorizara a ideia de Inferno, alguém mo conseguira sugerir de forma tão avassaladora. As imagens de pesadelo deste mestre holandês pareciam imbuídas de um poder maléfico que, ao contrário de qualquer expressão artística de inspiração satânica, não me excluía mas implicava.

A força de Bosch está nesta sua estranha capacidade de nos convocar a contragosto para as cenas que pinta, como se recusasse deixar-nos ficar simplesmente a contemplá-las. Neste sentido podemos mesmo considerá-lo um artista de intervenção, embora esse epíteto aplicado a quem viveu no século XV seja, no mínimo, insólito.

  

Pouco se sabe acerca de Hieronymus Bosch, como convém, de resto, ao autor de uma obra tão enigmática. Especula-se que poderá ter pertencido a uma comunidade herética que defendia o amor livre, o que explicaria a sua forma desassombrada de representar cenas de sexo explícito numa época de profunda repressão moral e sexual. Mais crível é, porém, a versão que o identifica como membro de uma seita ultra-religiosa denominada Irmandade de Maria. Nesse contexto a sua obra terá emergido como uma catarse através da qual expiou os demónios que mais ameaçavam a sua integridade cristã. Não é difícil imaginá-lo. A catarse é o mais clássico indutor da actividade artística, porém na época ninguém ousou fazê-lo com tamanho arrojo, permitindo-se representar, sem qualquer subtileza, o material não editado que provém do inconsciente.

 

Não por acaso Jung chamou-lhe também "descobridor do inconsciente". E com esta afirmação não pretendia referir-se  apenas ao inconsciente do artista. Foi nesse papel de descobridor que o reconheci, por instinto, naquela longínqua tarde na Dargil. Como não é impunemente que nos mexem no inconsciente, depois disso voltei lá uma e outra vez, sob os mais variados pretextos. Nunca assumia que era para o ver. Mas era." 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por bolaseletras às 16:13


Pág. 4/4





mais sobre mim

foto do autor


subscrever feeds



Flag counter (desde 15-06-2010)

free counters



links

Best of the best - Imperdíveis

Bola, livres directos & foras de jogo

Favoritos - Segunda vaga

Cool, chique & trendy

Livros, letras & afins

Cinema, fitas & curtas

Radio & Grafonolas

Top disco do Miguelinho

Política, asfixias & liberdades

Justiça & Direito

Media, jornais & pasquins

Fora de portas, estrangeirices & resto do mundo

Mulheres, amor & sexo

Humor, sorrisos & gargalhadas

Tintos, brancos & verdes

Restaurantes, tascas & petiscos

Cartoons, BD e artes várias

Fotografia & olhares

Pais & Filhos


arquivos

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2012
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2011
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2010
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2009
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2008
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D

pesquisar

Pesquisar no Blog