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Born with a black hat

Sábado, 25.09.10

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publicado por bolaseletras às 00:00

Porque nos apaixonamos?

Sexta-feira, 24.09.10

 

Porque nos apaixonamos por aquela exacta mulher, porque nos afundamos irremediavelmente no oceano daquela feminina tentação? Porque cegamos para o resto do mundo e centramos todas as nossas forças, todo o nosso querer, na conquista de um sorriso da musa dos nossos sonhos? Porque sonhamos acordados com ela, porque vivemos os sonhos intoxicados pela sua imanência, desejando nunca acordar? Porque será a sua pele a única que queremos tocar, os seus olhos o único espelho onde nos encontramos, os seus braços o único porto que nos parece seguro? Porque choramos inconsoláveis a sua perda? Porque desejamos a morte em troca do seu regresso? Porque será aquela, aquela exacta mulher, a sedução parasita que nos intoxica a mente, o corpo e a alma? Porquê ela?

 

 

 

p.s. – Inicia-se aqui a série “Porque nos apaixonamos?”, mais uma esfarrapada desculpa para embelezar o bolas e letras com um irresistível elenco de mulheres lindas, sensuais e inspiradoras.

 

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publicado por bolaseletras às 18:48

Olha as amêndoas mexilhonas

Quinta-feira, 23.09.10

 

Ah, para pararem o efeito enebriante das amêndoas, basta fixarem o olhar num qualquer ponto da imagem. Cool.

 

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publicado por bolaseletras às 22:42

Amazona

Quinta-feira, 23.09.10

 

A luta, essa inevitabilidade da sua condição de amazona, tarda em cessar. As tréguas são para os fracos, resfolega nas cordas a mulher sem medo. Comeu o pão que o diabo amassou mas acredita que nada lhe deve, atreve-se mesmo a desafiá-lo com a secura do olhar. Encostada às cordas sente o sangue latejar nas veias, sente o ódio que não lhe permitem esquecer. Para quando o livre trânsito para a vida de todas as outras que vê pastar nas ruas, passeando as crias, devorando com o olhar as montras? Para quando trocar o ódio pelo amor como as outras trocam de mala antes de sair de casa? Para quando a coragem de baixar as luvas? Para quando ceder a guarda sem sentir as lágrimas queimarem-lhe os olhos? Para quando?

 

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publicado por bolaseletras às 21:16

Então e o bébé, Professor, também é culpa do Laurentino?

Quarta-feira, 22.09.10

http://www.guardian.co.uk/football/david-conn-inside-sport-blog/2010/sep/22/bebe-six-steps-manchester-united

 

 

 

 

Todas as montagens foram contributos de leitores do jornal "The Guardian"

 

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publicado por bolaseletras às 22:08

As I lay dying (pérola 3) - A casa perdida na estrada

Quarta-feira, 22.09.10

 

 

Isto é Faulkner puro e duro, este é o estilo de um escritor imortal. Nada mais me cabe dizer, há apenas que beber estas palavras até que a sede seja saciada.

 

“Disse à Addie que não dava sorte viver à beira da estrada, quando ela passou por aqui, e ela disse para quem quis ouvir, como as mulheres fazem: - «Então põe-te a andar.» - Mas eu disse-lhe que não dava sorte nenhuma, porque o Senhor faz as estradas para a gente as calcorrear: por isso Ele as estendeu pela terra fora. Quando Ele quer que as coisas sejam para andar, fá-las ao comprido, como as estradas e os cavalos ou as carroças, mas quando quer que as coisas fiquem quietas onde estão, fá-las de cima para baixo ou de baixo para cima, como as árvores e os homens. Por isso, ele não fez os homens para viverem nas estradas, porque o que aparece primeiro, digo eu, a estrada ou a casa? Alguma vez O viste a abrir a estrada ao lado de uma casa? digo eu. Não, nunca, digo eu, porque só os homens é que não descansam enquanto não fazem as casas onde toda a gente que passa de carroça lhes pode cuspir na soleira, deixando as pessoas desassossegadas e com vontade de se irem embora para outro lugar, quando o que Ele quer é que fiquem quietas onde estão como as árvores ou as searas de milho. Porque, se Ele quisesse que um homem andasse sempre em movimento de um lado para o outro, não o teria feito deitado ao comprido sobre a barriga, como as cobras? Está-se mesmo a ver que é o que ele teria feito.”

 

 

 

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publicado por bolaseletras às 20:25

A retorcida mente do Sr. Gilberto

Terça-feira, 21.09.10

 

 

Uma das poucas “obrigações” que me chateia nisto de ter um blog passa por, supostamente, ter de me pronunciar sobre as temáticas da moda e as polémicas que os focos da lusitana mexeriquice vão iluminando. Umas vezes marimbo-me, outras cedo à “pressão” das maiorias, é como tudo na vida. Um exemplo de uma mediática discussão sobre a qual me abstive de me pronunciar é a que se relaciona sobre a anedota “Mourinho na selecção em part-time”. Neste caso particular, a abstinência não se deveu ao horror aos temas que enxameiam a atenção mediática, mas, sobretudo, ao facto de estarmos perante uma oca repetição de mil vozes que pareciam não ver o essencial: que a possibilidade de concretização do que estava em debate era tão ínfima que era o mesmo que escrever sobre uma não existência, sobre uma parvoíce que sabia nunca iria ver a luz do dia. Como por hábito me recuso a escrever sobre nado-mortos ou abortos pré-anunciados, decidi ficar quietinho. Até hoje, dia que aproveito para carimbar a sentença de óbito de uma estranha criatura que apenas viveu na retorcida mente do Dr. Madail.

 

Como pretendo continuar a tentar fugir aos holofotes das esmagadoras maiorias, guardo para o momento que me der na telha a análise de Paulo bento na selecção de todos nós. Ainda assim, adianto desde já que fico contente por voltarmos a ter uma pessoa frontal, corajosa e séria à frente da selecção, após o interregno Queirosiano. Boa sorte, Paulo.

 

 

 

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publicado por bolaseletras às 20:40

Bolas e Letras em destaque no Sapo - para memória futura

Segunda-feira, 20.09.10

Mais uma vez o Sapo teve a simpatia de destacar o Bolas e Letras, desta vez em mau momento para as minhas verdes cores, após uma crónica de uma noite azeda para o Sporting. Aqui fica uma imagem do destaque para memória futura, quando daqui a uns anos os blogs já estiverem fora de moda. Quer se queira quer não, a história da nossa vida é feita de memórias. Boas e más.

 

 

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publicado por bolaseletras às 18:43

Dos altos e baixos da verde montanha russa

Domingo, 19.09.10

 

 

Um derbie que necessitava de bom senso por parte das entidades responsáveis pelo luso futebol, começou de forma pindérica, devido a mais uma diatribe do já inenarrável Gilberto Madail. Fora de tempo, desfasado de qualquer marco que o justificasse, a entrega da taça de campeão do ano passado a anteceder o jogo. Como se procurasse apagar-se os últimos jogos dos de vermelho, dando a impressão que era importante motivar os 6 milhões que têm penado agruras este ano. Tirando isto, o Benfica ganhou bem porque jogou melhor e cometeu menos erros.  

 

Do Benfica a destacar a consistência da defesa, a alta voltagem de Fábio Coentrão e o fantástico killer instinct de Cardozo, um matador que raramente falha nos jogos decisivos. Do Sporting a destacar a incredulidade que me assolou quando no fim dos 45 minutos percebi que não tínhamos ainda testado o suposto ponto fraco do Benfica, Roberto (fizemo-lo a sério aos 60m, por Postiga, e percebeu-se logo que devia ter sido uma prioridade, rematar de qualquer forma e feitio). Os dois centrais reagiram mal à pressão dos avançados contrários aquando da saída de bola, NAC necessita de mostrar muito mais serenidade nos lances decisivos do jogo, não basta ter estilo a sair de cabeça levantada para o ataque. André Santos é ainda demasiado tenro para tão fulcral papel na equipa, Valdés tem qualidade mas perde muitos passes devido à ansiedade em mostrar serviço. Matishow voltou a perder-se na sua inconstância, parece que cada vez mais se afoga num mar de dúvidas que não se percebe. O futebol está lá, o que te falta, Matias?

 

 

 

Depois, lá à frente. Liedson já é cada vez menos o matador incisivo que conhecemos, e torna-se impossível que as qualidades que ainda mantém sobressaiam no meio daquele deserto de apoio que a equipa lhe presta. Djaló é um equívoco, decide mal e não tem a mínima noção de tempo de passe. Se por vezes os fogachos que a sua velocidade lhe permite ainda disfarçam a coisa, há que dizer que um clube como o Sporting não pode viver de fogachos. Quanto às opções de Paulo Sérgio, duas críticas se impõem: a fome de golos e rara eficácia que Postiga mostrou em Lille não seriam de aproveitar de início? Quantas vezes será necessário testar essa triste cena até perceber que Vukcevic é um péssimo suplente, nunca dando nada ao jogo quando vem do banco? Com mais inteligência no planeamento do jogo e no aproveitamento da ansiedade vermelhusca o Sporting poderia ter ganho este jogo. Assim, desnecessariamente, foi mais uma oportunidade perdida. O Sporting arrisca-se a perder-se nestes altos e baixos de sua permanente instabilidade emocional.

 

 

 

p.s. – Ouvir os sabujos da SportTv a elogiar o Roberto depois deste não conseguir segurar a bola num remate fácil começa a tornar-se um hábito e um sinal dos medos e compadrios que protegem o Benfica. O Roberto demonstra todos os jogos a falta de técnica básica que se espera de um guarda-redes, morro de curiosidade por saber até quando Jesus conseguirá esconder isso, até quando os media nacionais protegerão o espanhol.

 

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publicado por bolaseletras às 22:15

Prelúdio de um derbie (parte III)

Domingo, 19.09.10

Porquê o prelúdio de um derbie lisboeta centrado no verde e vermelho que adorna a imbatível beleza feminina? Porque o mais belo dos derbies deve ser sexy, deve transbordar excitação, deve desprezar as polémicas e dedicar-se à sensualidade dos movimentos do bailado da bola e dos jogadores. Esquecer as minudências acessórias e fixar os olhos na bola, nos remates repletos de esperança, nos dribles nascidos da magia, do talento inato daqueles que realmente interessam no derbie: os jogadores. Esquecer infernais apitos e infantis saltos para a piscina, procurar a vitória nos braços do mérito. Por uma vez, esqueçamo-nos do pior das nossas raízes latinas e olhemos para o exemplo dos grandes jogos da liga inglesa. Que ganhe quem hoje jogue melhor e se entregue sem limites, que a berraria externa às quatro linhas se esbata na volúpia das musas verdes e vermelhas. Inspirem-se!

 

 

 

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publicado por bolaseletras às 11:55






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