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Nielsen, Emma Stern Nielsen (para iluminar a semana que aí vem)

Segunda-feira, 19.10.15

  

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publicado por bolaseletras às 10:11

Seven, Mustafa Seven

Sábado, 17.10.15

Pode criticar-se tudo e mais alguma coisa na enxurrada de informação com que as redes sociais complicaram ainda mais a vida sobre estes palmos de terra, os seus efeitos perniciosos, o vício, o afastamento das pessoas de uma sã existência de carne e osso, o diabo a sete. Ainda assim, quando ando perdido por entre a imensidão de imagens dos supostos fotógrafos que saíram debaixo das pedras e invadiram o Instagram, só posso sorrir quando descubro gente como Mustafa Seven, um fotógrafo turco de Istambul. Disfrutem e vejam mais aqui (http://www.mustafaseven.com), os olhos também comem. Não sei quem foi mas alguém disse: “Não há regras para tirar boas fotografias, há apenas boas fotografias”.

 

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publicado por bolaseletras às 10:01

Bom fim de semana para os leões e leoas do nosso país (ok, para os outros que valem 1€ também, que já basta valerem poucochinho)

Sexta-feira, 16.10.15

 

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publicado por bolaseletras às 10:32

A nuvem negra da falta de juízo

Quinta-feira, 15.10.15

 

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É quase criminoso não aproveitar a turbulência política que assola o país, o embalo das vagas de esquerda que ameaçam derrubar as tradicionais muralhas do conservadorismo neo-liberal em que a nação se encostou, para não tecer uma boa mão cheia de afirmações grandiloquentes sobre os desmandos da política, as traições palacianas e os sonhos violentados de quem via já o poder ali à mão de semear. Haveria mais, poemas sobre a ambição desmedida, críticas ferozes a quem sacrifica toda uma cartilha ideológica perante o doce aroma da autoridade, enfim, era capaz de flagelar os dedinhos a dedilhar tantas historietas que indubitavelmente marcarão a história que se fará deste quente mês de Outubro de 2015. Mas para isso está por aí o Professor Marcelo para analisar (ah, espera lá, parece que mudou de ramo), as dezenas de especialistas na matéria que afiam a caneta a cada volte face, a cada diz que não disse e que depois desdisse, vivemos temos áureos para quem faz da vida analisar, criticar, perspectivar!

Bom, e então o que é que eu penso disto tudo? É simples, redutor e nada bonito. Face às voltas e reviravoltas que já levaram os votos depositados nas urnas, temo que tanta tergiversação da esquerda à direita e da direita à esquerda provoque, num próximo acto eleitoral, que a facção que ganhou estas eleições volte a ganhá-las, desta vez de forma esmagadora e irrevogável (no sentido puro do termo, se bem me entendem…). Ah, atenção aos mais desatentos, não falo de uma futura e retumbante vitória da PaF. Falo sim da vitória dos descrentes, dos que se estão a marimbar, dos que agora vêm legitimada a sua preguiça porque “eles são todos iguais”, daqueles que tinham esperança neste ou naquele mas que passaram a abominá-los. Falo da vitória da nuvem negra da democracia, da ameaça à liberdade de escolha, falo do abraço assassino do fantasma da abstenção. Tenham juízo, senhores, tenham juízo, caramba!

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publicado por bolaseletras às 07:06

Café da manhã - café com fruta

Quarta-feira, 14.10.15

  

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Porque o café cai bem com tudo, deixo aqui uma pequena reflexão emitida há alguns dias pelo António Tadeia sobre prendinhas, cafezinhos e fruta da época. Está aqui muito do que penso sobre o assunto do kit Eusébio, vouchers para comezainas e as vermelhuscas alegações de inocência por parte de quem se considera o supra sumo da moralidade. Sem excessos de cortesia, aqui fica:

“É verdade que, por tradição, vários clubes fazem ofertas a árbitros há décadas. É uma questão de cortesia, alegam. Mas mais do que ir buscar o limite máximo de euros que a UEFA impõe, o presidente da APAF devia ter sido claro nas indicações a dar aos seus homens: não há razão nenhuma para que essas ofertas, mesmo sendo legais, sejam aceites por agentes que já são relativamente bem pagos para cumprirem as suas tarefas de modo profissional. Da mesma forma que não há razão nenhuma para que os clubes pensem em oferecer aos árbitros presentes cujo valor se aproxima da metade de um salário mínimo. Porque ninguém oferece presentes a juízes do tribunal antes de uma audiência. E porque não se pode bradar pela verdade desportiva, condenar a “fruta” e o “café com leite” e depois ser assim tão cortez com os árbitros. É que às vezes mais vale ser bruto.”

 

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publicado por bolaseletras às 10:41

Café da manhã - O início do fim

Terça-feira, 13.10.15

  

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Arte por Edward Hopper

 

"Um homem num café, sentado à mesa, sem estar fixado no smartphone, sem um laptop, apenas a beber um café. Certamente um perigoso psicopata."

 

Li isto algures pelas redes sociais, provavelmente à mesa de um qualquer café, certamente após alguns minutos alucinantes de dedilhação frenética. As ideias e as palavras atropelavam-se na congestionada entrada do meu atulhado cérebro, enquanto, lenta mas eficazmente, a cafeína abria caminho por entra noites mal dormidas e torrentes de prazos, projetos, tarefas e tarefinhas. A única salvação para o rumo que escolhemos - um percurso balizado pela obrigação de não perder pitada, de engolir informação incessantemente, de não deixar a mente descansar e os olhos contemplarem - é a autoconsciência da loucura em que embrulhamos os nossos dias. Saber que somos loucos é a chave para o início do fim da loucura.

 

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publicado por bolaseletras às 11:24

Café da manhã - vão trazendo...

Segunda-feira, 12.10.15

 

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publicado por bolaseletras às 14:06

O caminho para o fim

Sábado, 10.10.15

  

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 Praça Maidan, por Paulo Nunes dos Santos

 

Estas duas fotografias sobre cenários de guerra na Ucrânia podiam ter como título, irónico mas certeiro, “A infantilidade da guerra”. Na primeira, vemos homens feitos crianças, para quem a guerra não deixa de ser uma brincadeira de infância agora transportada para o mundo dos adultos. O poster do herói que encima os guerreiros com ar gozão e relaxado, como se a sua decisão de aniquilar outros seres humanos mais não fosse que um capítulo de uma crónica de foliões, é a imagem de quem já perdeu a noção do que é ser humano, verdadeiramente humano, em tudo aquilo que se opõe à desumanidade da guerra.

Na imagem ao fundo, de uma creche transformada em armazém de morteiros, tudo se resume ao carrinho de bebé que já não passeia crianças mas apenas bonecos sem crianças. O caminho para o fim de tudo é aquele que começa por esquecer as crianças. Sem crianças podemos ser cruéis, esquecer a doçura original, ver nos outros inimigos a abater sem sequer pestanejar. Sem o choro das crianças todos os outros choros são suportáveis. Provavelmente, a patética infantilidade dos homens da primeira imagem mais não é que uma tosca compensação pelas crianças que quiseram esquecer.

 

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Donetsk, Ucrânia, por Ross McDonell

 

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publicado por bolaseletras às 16:51

O calcanhar da serpente

Quinta-feira, 08.10.15

 

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 Shoe in Bikini, por David Bailey

 

Algumas vozes sussurravam o que meio mundo pensava sem certezas. Murmurava-se, a meia voz, que o seu calcanhar de Aquiles era a irresistível tentação do prazer, como se o prazer fosse, directa e inequivocamente, sinónimo de pecado. Como se o nosso criador - fora este uma entidade divina ou qualquer fenómeno bigbanguiano do domínio da física e da ciência - tivesse decidido criar-nos com centros de prazer por mero divertimento sádico, apenas para nos fazer penar pela imposição de um chavascal de proibições, inibições e outras ões que tais. Era jovem, inteligente, avassaladoramente irresistível, adorava viver, sentir e partilhar a sensação de estar viva, no auge da vida, no contínuo êxtase de quem vive a vida como um contínuo orgasmo. A inveja, essa cobra de pele seca e dura, cuspia veneno pelas ruelas gélidas e escuras dos dias sem luz e sem tesão. Quando a noite chegava, descia as persianas e imaginava os saltos altos a espetarem as coxas musculadas dos arautos do pecado e sentia, sentia, sentia sem parar, odiava-se por sentir o doce sabor da maçã sem sequer a poder provar.

 

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 Nadja Auermann, fotografada por Seb Janiak

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publicado por bolaseletras às 23:23

Claudia Schiffer, 1994 - Those were the days

Quinta-feira, 08.10.15

 

Claudia Schiffer, Vogue US, 1994 by Pamela Hanson.

 

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publicado por bolaseletras às 09:13






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