Bolas e Letras
Era para ser sobre futebol e livros. Mas há tanto mundo mais, a mente humana dispersa-se perdidamente, o país tem tanto sobre que perorar, eu perco-me de amores bem para lá da bola e das letras: Evas, vinho, amor, amigos, cinema, viagens, eu sei lá!
De que te ris, Jorge?
O dia de hoje faz lembrar aqueles em que o cometa que não nos visitava há 100 anos resolveu aparecer. Porquê? Porque assistimos a um momento raro e dificilmente repetível no futebol português que foi ver o Benfica ser roubado por um árbitro. Não acredito que isso chateie muito Jesus e LFV, pois essa é a forma de afastar a atenção de tantas fragilidades. Um meio campo de papel liderado por um Matic de gelatina, um Rodrigo desaparecido em campo, uma equipa que em 45 minutos de superioridade numérica não conseguiu superar o adversário. Como diz o povo na sua imensa sapiência, há males que vêm por bem. Venha daí agora a gritaria do costume e o varrer de uma vergonhosa gestão do plantel e do futebol para baixo da peruca do mestre da táctica que o povo agradece.
p.s – O Wilson Eduardo continua a marcar e o Sporting a vê-los passar.

