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Theron, Charlize Theron

Terça-feira, 05.04.16

 

Charlize Theron.jpg

 

"And I was victim to that very early in my career, where I would go into auditions, and I'd be wearing a big T shirt, a big baggy T shirt and loose jeans. You know, to try and show people that there was more to me than just that."
 

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publicado por bolaseletras às 14:19

Always watch good movies

Quarta-feira, 02.03.16

 

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Não há tempo para maus filmes quanto mais para os bons. O Leo ganha um Óscar, esquece-o num restaurante e eu, passe o exagero, já não o via quase desde o Titanic. Isto de um tipo andar ocupado a trabalhar, a fazer filhos, a educá-los e afins não deixa muito tempo para fitas. Mas isto dos filmes é como os livros: há tanto trigo no meio do joio que depois do tempo perdido a peneirar o cereal que de facto interessa, já pouco sobra para nos sentarmos na poltrona de casa ou do cinema para apreciar a arte. Onde é que isto nos leva? A lado nenhum, talvez a mais uma explicação de porque é que eu não tenho tempo para mais e melhores filmes. Porque quando o tenho gosto também de pensar e escrever sobre o nada. Se por acaso conseguir sentar-me na tal poltrona, perante a tal obra-prima, sou rapaz para me distrair com a mosca que voa junto ao écran, pensando, realmente intrigado, se é a luz que a atrai ou a camareira do cinema que deixou uma janela indevidamente aberta.

 

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publicado por bolaseletras às 17:09

American sniper

Segunda-feira, 08.02.16

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American sniper de Clint Eastwood tem tudo para ser um clássico cliché dos filmes americanos de guerra e não deixa de o ser, porque tudo o que é tratado e repetido até à exaustão o é, porque a vida e a arte que a imita mais não é que um saco cheio de clichés amontados. O cliché é o horror da guerra, o impacto que isso tem para as famílias dos que vão atuar nesse teatro de morte, o trauma pós-guerra desses atores e novamente o impacto que tem nas famílias essa destruída/destrutiva nova pessoa que encarnou num novo espírito, a mais perfeita transformação de um actor. O filme tem tudo isso, mas Clint Eastwood teve o génio de tornar a glorificação de um soldado americano que se tornou um mito na guerra do Iraque em algo mais. Bradley Cooper regressa a casa, para os filhos e a mulher que indubitavelmente ama, mas nunca regressa de facto, o que faz com que por quatro vezes regresse ao Iraque. The legend, como lhe chamam, aquele que matou dezenas de iraquianos para proteger os seus compatriotas, sentia que, como um Deus, podia evitar as mortes dos seus irmãos de armas e de sangue. Amava a família mas sentia que algo maior lhe estava destinado, que regressar à América era abandonar à sua sorte aqueles que tinha o dom de poder salvar. Geralmente o cliché aponta para a dor por estar longe de casa, o sofrimento dos soldados, o regresso ansiado e manchado pelos infinitos traumas da guerra. Eastwood deu esta volta ao enredo e saiu-se bem. Bradley Cooper só redescobre a paz quando, de regresso a solo americano, consegue ajudar veteranos de guerra a atenuarem as suas dores. Antes disso, era como um médico que negligencia a família porque sente que a sua missão é salvar muitas outras, como um cineasta que aos oitenta anos, depois de produzir dezenas de filmes ainda sente que pode mudar a perceção do mundo, aperfeiçoar a arte mais e mais. Como um D. Juan que ama a sua mulher mas que sente que pode dar felicidade a tantas mais mulheres. Nada é preto, nada é branco, o que a milhares de olhos é errado pode criar tanto bem a milhares de outros. Não há mal e bem absolutos, tudo é relativo, tudo depende da perspectiva de quem perde o bem ou de quem dele usufrui.

  

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publicado por bolaseletras às 10:07

Bellucci, Monica Bellucci

Sexta-feira, 05.02.16

 

Monica Bellucci.jpg

 

Porque hoje é sexta-feira não vou puxar pelas minhas meninges nem pelas vossas, vou só apreciar como fica bem aqui a Monica, neste fundo escuro e cru, nesta casa modesta mas que muito aprecia o fogo controlado que dela emana. A expressão desta diva, o que nos diz? Força ou fraqueza? Segurança ou incerteza? Amor ou ódio? O que esconde o écran, o que não revela da mulher de carne e osso? Deixemo-la elucidar-nos enquanto mergulhamos os sentidos na complexidade inigualável da sua beleza: “I like to do on screen what I´m not in life. In life, I´m much more weak and insecure, and so then you know I like to play characters that are stronger than me”.
 

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publicado por bolaseletras às 09:22

Ellis e a força de uma boa imagem

Domingo, 27.12.15

"Ellis" é uma curta metragem da autoria de JR, um artista que conheci pelo Instagram e que se define como "artist until I find a real job". O actor principal é Robert de Niro, o argumento é de Eric Roth. Por estas fotografias já valeu a pena, JR, good job.

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publicado por bolaseletras às 22:44

Votos de fim semana - Está frio, agasalhem-se e vejam bons filmes!

Sexta-feira, 27.11.15

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publicado por bolaseletras às 18:08

Café da manhã - Always drink good coffee and watch good movies

Terça-feira, 03.11.15

 

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Calma Quentin.gif

 

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publicado por bolaseletras às 10:59

Café da manhã - cool, pulp anf fiction

Sexta-feira, 18.09.15

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publicado por bolaseletras às 07:46

Always watch good moves!

Sábado, 08.08.15

  old boy.jpg

 

Um iluminado qualquer de nome Daniel Dalton, certamente um desocupado que passa a vida a papar filmes e a escrever sobre eles (melhor profissão que esta, talvez só a de massagista da selecção italiana de voleibol) elaborou uma daquelas inestimáveis listagens de Verão, desta vez sobre os 129 melhores planos de filmes (ver aqui: http://www.buzzfeed.com/danieldalton/there-will-be-scrolling#.sxKpAd5AJd). Foi com uma pontinha de tristeza e um mal disfarçado desespero que percebi que só tinha visto 44 dos filmes listados. Mas o que é que eu ando aqui a fazer??? Desses escolhi 10 imagens, não pela qualidade das mesmas mas pela excelência dos mesmos. Mais Razões? O American Beauty pelo Kevin Spacey, o Apocalypse Now pelo Copolla, o Eyes Wide Shut pela Nicole Kidman, o Reservoir Dogs e o Pulp Fiction pelo Tarantino, o Schindler´s List pelo Spielberg, o The Shinning pelo Jack Nicholson, o Lost in Translation pela Scarlett Johansson, o Clockwork Orange pelo Stanley Kubrick e, por fim, o Old Boy (o original, o coreano, que homenageio com a imagem que encima este texto) pela excelência que o cinema asiático tem para nos trazer, isto apesar de eu não conseguir, obviamente, escrever aqui o nome do excelente realizador que o criou (espera, há o Google, foi o Park Chan-wook). E pronto(s), aqui fica um balde de água gelada no calor anti-cultura da silly season. Always watch good moves!

  

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publicado por bolaseletras às 14:20

O Mestre em olhar devagar

Sexta-feira, 03.04.15

image004.png

Falar postumamente de Manoel de Oliveira é, mais do que chover no molhado, desviar toda uma imensidão de afluentes para um rio de frases feitas e elogios demasiadas vezes oportunistas e hipócritas. Não querendo armar aos cucos, não consigo dizer o que não penso, não conseguindo assim escapar ao facto de raramente não ter sentido um forte tédio com os filmes do mestre. Acho que se os seus filmes fossem livros seriam excelentes, mas utilizar a arte em movimento para o elogio da contemplação reflexiva é demais para o meu talvez pouco apurado sentido de arte. Isto mesmo quando falamos das mais belas paisagens do mundo, as do Douro. A excelência do Mestre Oliveira está para mim na sua infinita fome de vida, na persistência em fazer sempre e só o que amava, contra todos aqueles que como eu não o acompanhavam na sofisticação da sua arte. Não deve ter havido um dia que o Mestre não acordasse com sede de representar a beleza do mundo e dos homens, naquele seu jeito único, minuciosamente pensado, na lentidão da câmara que eram os seus olhos.

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publicado por bolaseletras às 18:11





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