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MARCHAR MARCHAR PORTUGAL!

Sábado, 21.06.14

 

Contra o calor, a humidade, os velhos do Restelo e as mialgias marchar marchar! Contra o medo de falhar, dos Kataklinsmans, do destino marchar marchar! Contra as bocas da reacção, a descrença e inveja tristemente lusitanas marchar marchar! Contra os que vos apelidam de vedetas alheias a sacrifícios e amigos da poupança de esforços, contra os que anseiam por vos ver falhar marchar marchar! Pela alegria de um povo e pela glória de Portugal marchar marchar! Eu acredito, acreditemos todos juntos, rapazes! Força Portugal!

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publicado por bolaseletras às 23:34

Andrea Pirlo, o inimitável passador

Sexta-feira, 20.06.14

 

Talvez Zidane, talvez os seus pés, aquelas delicadas almofadas que pareciam aconchegar a cabecinha de um bebé quando amorteciam a bola, talvez Zidane tenha sido dos mais cools jogadores de futebol. Quando refiro cool quero referir-me a um nível de elegância superlativo, a uma nobre arte um patamar acima do belo jogo. Noutro nível, numa galáxia distante em que o futebol é visto como a arte suprema, paira Andrea Pirlo, a inimitável personificação da graciosidade no tratamento da redondinha, a eterna sensação de que antes de começar a gatinhar e a andar Pirlo preferiu passar bolas, passar bolas, passar bolas. Depois, lá se ergueu e continuou a passar bolas a passar bolas. As dúvidas que nos conduzem por entre as tibiezas da vida são um mistério no jogo de Pirlo, nunca a incerteza lhe turvou o espírito. Antes da bola lhe beijar os pés já Pirlo desenhou esquadrias de trajectórias impossíveis para o comum dos mortais, complexidades que para Andrea mais não são que rabiscos de crianças, milagres divinos que para ele correspondem a um mero bocejo antes da derradeira assistência para golo, aquela que desejamos nunca seja a última. Quando Pirlo arrumar as chuteiras mágicas, será esse o dia em que o futebol iniciará a sua longa travessia do deserto.

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publicado por bolaseletras às 18:04

O mundial dos pequeninos

Quarta-feira, 18.06.14

 

Não é fácil resumir o que se tem passado neste mundial. Pessoalmente, o evento vai ficar marcado para todo o sempre nas memórias pessoais e da doce paternidade. Porquê? Porque todos os dias o meu pequeno Miguel, petiz à beira de fazer os 5 anos, chega a casa com um entusiasmo doido, aguardando o meu regresso para vermos juntos o jogo das 20h, para me questionar sobre os “meninos” de cada equipa, os nomes deles, as idades, etc. e tal. De manhã, ainda nem as 7 badaladas ressoaram, já se escapuliu da cama para a sala para folhear a revista do record com todos os “meninos” do mundial. Creio que a loucura acalmou um pouco com aquela coisa estranha que se passou com Portugal, em que o Cristiano Ronaldo não marcou nenhum golo e em que o Rui Patrício foi ao fundo das redes apanhar 4 vezes a bolinha. O rapaz gosta também muito do Brasil, sobretudo motivado pela cor do sol, pelo clima de festa e música constante, pelos meninos a cantarem o hino como se o gritassem e, não podia deixar de ser, pela estranha e diversificada opção capilar do Neymar. Não sei se daqui a uns anos o pequeno Miguel se vai lembrar de tudo isto, mas, como eu digo à mãe, preocupada e desconfiada pela fixação esférica do momento, mais vale isto que a droga ou o vício dos videojogos.

  

Pelo meu lado, junto-me aos que já suspiram de saudades deste fantástico mundial, recheado de golos e de defesas incríveis, de loucas correrias contra os medos do calor e da humidade, a garra que nasce do amor à pátria que transpira de cada drible, de cada carrinho desesperado. Sente-se no ar o doce sabor da vingança pela queda das vacas sagradas (o tiki taka de nuestros hermanos, a derrota da perfeição), enaltece-se justamente a arte interminável dos velhos senhores (Pirlo, mais do que  todos, excelentemente secundado pelo mexicano Rafael Marquez), agradece-se a força inesperada dos supostamente mais fracos, essa eterna superação dos David contra Golias. O mundial é muito o nosso Portugal, mas não pode e não deve ser só isso. Aos nossos rapazes digo para olharem para os erros, tentarem perceber o que podem e devem melhorar, e para meterem o mau começo na gaveta. Um mundo de esperança está lá fora à espera que o carimbem com a vossa vontade, o vosso talento, a vossa indómita ânsia de se superarem, em prol de um país, do espírito de 10 milhões que, ainda que não o digam, ainda que não escondam a desilusão inicial, desejam a vossa e a nossa glória! Força rapazes!

 

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publicado por bolaseletras às 18:31

Alemanha 4 - Portugal 0

Segunda-feira, 16.06.14

 

Ponto prévio que volto a sublinhar sobre estas coisas da nossa equipa das quinas – sempre apoiei Paulo Bento e esta selecção, calei muitas críticas e opiniões divergentes porque acredito que selecção não se critica – apoia-se. Apesar de uma desilusão profunda e de bastante revolta, não vou, não posso deixar de apoiar a equipa nacional, isto apesar de achar que podíamos ter suado mais, corrido mais, jogado melhor, ter tido mais sangue frio e inteligência emocional. Ainda assim, há muita coisa que - não sei se agora mas mais tarde com certeza – deverá ser questionada a Paulo Bento e, sem rodeios, explicada por este. Fica aqui o meu contributo para jornalistas eventualmente tímidos ou adeptos do respeitinho é muito bonito e evita problemas (exemplares destes não têm faltado por aí, basta ver a flash interview pós-jogo de hoje e as questões colocadas ao seleccionador nacional). Vejamos as questões que urge esclarecer:

- Para que serviram os jogos de preparação pré-mundial? Porque se andaram a testar sistemas tácticos alternativos para jogarmos com o mesmo de sempre? Porque se andou a experimentar e a dar ritmo a Beto, Eduardo, William Carvalho, André Almeida, Ruben Amorim, Éder e Varela, para jogarem sempre os mesmos, mesmo que cansados, mesmo que sem ritmo, mesmo que recém-recuperados de lesões recentes? Se os jogos de preparação serviram para não se cansar mais quem já estava cansado para que serviram afinal? Para encher enchidos ou respeitar compromissos pré-assumidos? Não deveriam ter servido para confirmar que Varela é muito útil porque além de dar golos também defende melhor que Nani? Ou que Éder é muito mais rápido que qualquer outro dos dois pontas de lança e incomoda muito mais as defesas adversárias, entrosando igualmente bem com o resto da equipa? Ou ainda que o poder físico, a capacidade de passe e de ocupar espaços de William Carvalho não tem concorrente à altura no meio campo lusitano - mais que todos, este foi para mim o grande pecado de Paulo Bento no jogo de hoje, tenho muita pena que ande o mundo todo atrás do bom do William menos aquele que nos dava jeito que andasse.

  

Quero acreditar mas está difícil, meus amigos. Os EUA e o Gana não são certamente a Alemanha, mas hoje ficámos sem o nosso melhor central e o nosso único defesa esquerdo, o bom do Fábio que em condições normais seria peça de extrema importância. Para dificultar, há agora uma montanha de bloqueios anímicos e mentais a derrubar, há ainda um meio campo sem força, sem garra, sem condição física personificado por Moutinho (que se passa, João?), por um desgastado e quiçá em trajectória descendente da carreira Meireles e, sobretudo, por um Miguel Veloso que daqui a 10 anos ninguém recordará, porque nada do que ele faz é inesquecível. Paulo Bento sempre privilegiou o seu núcleo duro, os seus guerreiros, aqueles com que iniciou este percurso. Neste momento isso já não chega e ou o seleccionador percebe isso ou a malta ainda volta a tempo de ir aos festivais de Verão. Vê lá isso, Paulo, vejam lá isso, rapazes.

 

p.s. 1 – CR7? Nunca conseguirá fazer tudo sozinho, por melhor que seja. Sobretudo, hoje assustou-me a mim e provavelmente também a ele perceber que toda a equipa queria que ele resolvesse, passavam-lhe a bola mesmo quando havia outros melhor colocados, inclusivamente os que a passavam (vide passe errado de Coentrão para CR7 quando devia ter rematado para o golo). Esta atitude faz lembrar muito o que se vê por muitas empresas e serviços, em que os funcionários se encostam aos chefes, confiando que a responsabilidade é toda deles e adormecendo à sombra dessa confortável bananeira.

p.s. 2 – Pepe, novamente Pepe. Por mais que aprecie o jogador, por mais que perceba que nisto das coisas da bola o descontrolo emocional é mato, gostava, uma vez que fosse, de ver a disciplina exercida como forma de dar o exemplo, de mostrar a todos a responsabilidade que é envergar a bandeira das quinas no peito. De que falo? De enviar Pepe de volta para Portugal, explicando muito bem que este tipo de atitudes não podem ser aceitáveis e terão consequências. É disto que falo, sem contemplações.

p.s. 3 – Rui Patrício – nunca o achei um guarda-redes fenomenal mas sempre achei que quando está bem e confiante pode ser uma mais valia para qualquer equipa. Infelizmente, em demasiados jogos decisivos o Rui vê as suas capacidades prejudicadas por alguma fragilidade mental, por um défice de confiança que não casa bem com um guarda-redes decisivo. 

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publicado por bolaseletras às 20:48

Raramente desejo ver mulheres chorar...mas há excepções perfeitamente justificadas

Segunda-feira, 16.06.14

 

 

 

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publicado por bolaseletras às 14:45

Itália 2 - Inglaterra 1

Domingo, 15.06.14

 

Só alguém que tenha filhos de 2 e 4 anos, rapazes e com energia inesgotável, pode saber o que é o verdadeiro cansaço físico e mental. Só a paixão, que vem de há mais de 30 anos por esta coisa dos mundiais da bola, me fez estar acordado, de olhos bem despertos e sem palitos a segurar as pálpebras para assistir ao Inglaterra-Itália, um clássico imperdível. Assistir àquelas duas filosofias de jogo completamente antagónicas, torcer pela loucura inglesa de jogar no meio campo ofensivo em constante excesso de velocidade, saber que dificilmente a frieza e a perfeição táctica italiana não dariam a vitória aos italianos, é também essa a inexplicável paixão das coisas da bola.

  

Impossível não venerar Pirlo, os seus passes de seda, a forma quase negligente como torna simples qualquer gesto, qualquer decisão, aquela simulação para o 1-0, qual truque de magia DavidCopperfieldiano. Do outro lado, um incrível miúdo como que saído de uma pelada da favela mais próxima, Raheem Sterling, a criar arte em cada revienga, na velocidade impossível com a bola colada ao pé, a fazer gato sapato dos intratáveis defesas e médios italianos. Por outro lado, estranhei a postura de Rooney, esforçado mas sempre longe do que já foi e poderia ainda ser. Leio no The Guardian que se aos 30 anos Robben parece cada vez mais jovem e rápido, aos 28 o jovem Wayne Rooney parece cada vez mais velho e apático. Se calhar, falta-lhe aquilo de que acusa Cristiano Ronaldo - de não saber viver sem buscar incessantemente a glória pessoal. Esquece-se Rooney que raramente a glória do grupo não é consequência da glória que os indivíduos alcançam movidos por essa insaciável ambição. Vê lá isso, Wayne. 

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publicado por bolaseletras às 22:07

Razões para simpatizar com a selecção colombiana

Sábado, 14.06.14

 

 

 

 

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publicado por bolaseletras às 22:24

Holanda 5 - Espanha 1!!!

Sexta-feira, 13.06.14

 

Há um momento do Espanha-Holanda de que ninguém se lembrará daqui a uns dias e que podia inverter toda a história de que agora se fala, do fim do tiki taka, da queda do mito Casillas, do fim do sonho de Sergio Ramos de ganhar a bola de ouro. O resultado está 1-0, David Silva falha o 2-0 com um chapéu defendido in extremis pelo guarda-redes holandês e, poucos minutos depois, Van Persie faz aquele que para mim é o melhor golo-chapéu de cabeça. Casillas não foi à bola nem ficou na baliza, foi mais uma vez apanhado a meio caminho e a Holanda arrancou assim para uma vitória épica.

 

Felizmente este está por ora a ser o campeonato das estrelas, dos avançados, dos grandes jogadores. Neymar, o brinca na areia que é muito mais do que isso, que alia a inteligência ao jogo malandro; Robben, o tipo que dizem que faz sempre a mesma finta, da direita para o meio, da direita para o meio, e que ainda assim quase sempre faz esse golo; Van Persie, que dizem estar velho, com ciática e perto do fim, mas que voa como se as asas não lhe pesassem. Se este campeonato do mundo acabasse agora não acabava nada mal!

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publicado por bolaseletras às 22:17

E se o Brasil não ganhar?

Quinta-feira, 12.06.14

 

A D. Presidente Dilma já veio dizer que isto de se atacar o Mundial porque se gastou muito face ao que se investe em educação e saúde é uma falsa questão, pois parece que afinal estes milhões esbanjados em estádios, acessos aos mesmos, etc. e tal são uma migalha no meio do oceano dos gastos públicos com as escolas e os hospitais dos cidadãos canarinhos. Ora, conhecendo-se a anedota que são esses serviços públicos essenciais, ou o governo de D. Dilma está gastando muito mal (atente-se ao gerúndio bem abrasileirado, para não falhar nada) ou os brasileiros estão-se queixando de barriga cheia. Não encontro melhor forma de fazer a ligação destas questiúnculas políticas com o arranque do Mundial, senão citando o grande Tostão, herói da conquista da copa do mundo de 1970 pelo Brasil, médico, e agora um dos mais interessantes comentadores das coisas da bola que por aí se vão lendo:

   

“Amanhã, começa a Copa. Aumentam o nacionalismo e o ufanismo. O povo se emociona. Os políticos tiram proveito. Os canalhas, acostumados a roubar dinheiro público, choram, abraçados à bandeira brasileira. Empresários lucram com o orgulho nacional. Se o Brasil ganhar, os jogadores serão heróis. Se perder, serão chamados de mercenários e de pouco patriotas. 

(…) Na véspera da final da Copa de 1998, Zagallo disse que a Seleção só perderia para si mesma. Dias atrás, Marin falou que só uma fatalidade tira o título do Brasil. Parreira já tinha dito que a seleção está com a mão na taça. Arnaldo Ribeiro, da ESPN Brasil, acha que o time brasileiro é favoritaço. Alguém já pensou na possibilidade de o Brasil não ganhar a Copa?”

  

Para ler o artigo completo, clique aqui

 

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publicado por bolaseletras às 17:25

Apesar de tudo, eu acredito! FORÇA PORTUGAL!

Quarta-feira, 11.06.14

 

O facto de ter que me levantar com as galinhas e de já não ter vinte anos não me permitiu ver em directo o último jogo da minha selecção (não digo nossa, porque há por aí muito boa gente a renegar esta equipa) antes de iniciar a saga do Mundial. Pelos resumos que já vi e pelo que li, percebo que, com tranquilidade, Paulo Bento vai levando a água ao seu moinho e construindo uma verdadeira equipa. Não tem 11 jogadores de igual valia, como bem sabemos, mas tem tido a arte de tirar de cada um deles o que é preciso para ir tornando a equipa cada vez mais coesa e robustecida.

 

Depois desta sucinta análise, constato que não tenho escrito muito sobre o mundial que aí vem e não sei bem porquê. A paixão que tenho pelo evento mantém-se acesa, talvez com uma pinga de racionalidade a temperá-la, mas a chama continua a carburar bem do lado esquerdo do peito. Continuo a querer que a minha selecção me faça gritar loucamente, que me deixe os nervos em franja, que me faça bater o coração até ao limite. Talvez isto de ler, saber e investigar o despudor que é o Brasil gastar tantos milhões num evento para umas semanas de bola, quando as suas escolas e hospitais públicos continuam uma vergonha me irrite mais do que irritaria há uns anos atrás. Também esta nuvem negra que cobre os céus das nossas cidades e aldeias em forma de empréstimos, apertares de cintos e afins não convida a grandes euforias sobre temas considerados pelas mentes superiores do nosso país como fúteis. Por outro lado, entristece-me que tanta gente que considero ande a bater e a renegar a selecção por causa de embirrações contra certos jogadores que foram ao Brasil, ao mesmo tempo que vociferam por aquelas inebriantes vedetas que Paulo Bento decidiu deixar cá pela nação. Como já afirmei anteriormente, também eu poderia fazer outras escolhas, mas como alguém é pago para as fazer por todos nós, com muito mais conhecimentos e expertise para exercer essa função, um minuto depois das escolhas anunciadas assumi: ESTA É A MINHA SELECÇÃO!

  

Apesar destes irritantes engulhos, felizmente que o meu pequeno Miguel tem feito renascer em mim a alegria infantil pelo jogo, com aquele apelo constante a “vamos jogar à bola, papá!”, “Quem está a jogar, pai?”, “Diz-me os jogadores todos do Gana, pai!”. Em suma, o mundial vem aí e ainda bem. E prognósticos para as nossas cores? Muito bem, aqui ficam as minhas apostas, seguindo uma longa tradição de apostas com a malta olivalense:

 

Fase de grupos

Portugal 1 – Alemanha 1

Portugal 2 – E.U.A. 0

Portugal 1 – Gana 0

 

Oitavos de final

Portugal 1 - Bélgica 1 (Portugal vence nos penalties, no pain no gain)

 

Quartos de final

Portugal 2 - Argentina 1

 

Meia final

Portugal 1 - Itália 0

 

Final

Portugal 2 - Espanha 1

 

Se não acreditarmos em nós quem irá acreditar? GANHAR MALTA! FORÇA PORTUGAL! 

 

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publicado por bolaseletras às 17:36





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