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Silly season - é prá menina e pró menino 3

Segunda-feira, 06.08.18

  

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publicado por bolaseletras às 20:01

Silly season - é prá menina e pró menino 2

Sábado, 04.08.18

 

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publicado por bolaseletras às 22:35

Silly season - é prá menina e pró menino 1

Segunda-feira, 30.07.18

  

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publicado por bolaseletras às 13:17

Always watch good movies

Quarta-feira, 23.05.18

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Houve uma fase da sua vida em que vivia apenas para sonhar, perdido e extasiado nas salas de cinema da sua velha Lisboa. Um dia, sem aviso prévio, roubaram-lhe os sonhos para toda a vida.

 

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publicado por bolaseletras às 09:42

Back to basics (não confundir com básicos)

Quinta-feira, 10.05.18

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Tentara tudo. Gajos ricos, gajos giros de morrer, viajantes, jornalistas, reis da mediação imobiliária, fotógrafos, advogados, economistas, escritores, aventureiros, arqueólogos, até cromos da bola, percorrera todo o caminho em busca do Santo Graal. Os milhares de quilómetros que percorrera, as infindáveis histórias de engate que fingira engolir não lhe tinham devolvido o fruto desejado e proibido. O passado era passado, mas jamais o futuro chegaria lá perto, ao épico que fora.

 

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publicado por bolaseletras às 09:56

Preliminares

Terça-feira, 08.05.18

 

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O mais inesquecível preliminar começa na troca de olhares, leu ele na parede cinzenta e decadente para que olhava sem olhar já há uns incontáveis minutos. O frio não o sentia, a chuva miudinha podiam ser raios de sol que tanto lhe fazia. O nevoeiro em que se enredava não era aquele que tornava as caras tristes das pessoas ainda mais tristes. O nevoeiro do qual não queria sair era o dela a estacionar o carro junto ao seu, olhos assustados e brilhantes, a te(n)são a transpirar-lhe dos poros, a inconfundível expressão de quem queria fugir para sempre dele mas, não tendo forças para tal, queria afinal para sempre se perder nele, nos seus braços, na fusão dos corpos e da alma que os transportava para um indescritível universo paralelo, para um mundo desconhecido e só deles onde o mundo já nada lhes dizia.

 

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publicado por bolaseletras às 17:38

A semente

Quinta-feira, 03.05.18

 

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Li algures que a semente do ódio pode estar no fim do amor. Não tanto do sentimento do amor mas sim do término do acto físico. Todo o fulgor, toda a paixão, aquela torrente de êxtases e de gemidos da alma e dos corpos preenchem-nos até ao âmago, pelo que o esvaziar desse balão de infindáveis enlevos devolve-nos demasiadas vezes a um vazio indesejado. Quanto melhor é maior é o buraco que cavamos em busca do que já foi. Há também quem diga que o ódio não está em nós, está nos outros que teimam em não ser o que idealizamos, em não se comportar conforme os nossos padrões e desejos.

 

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publicado por bolaseletras às 14:27

Numa pequena e delicada caixa

Terça-feira, 13.03.18

  

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Tudo o que se apoderava dela naqueles momentos era de uma força incomensurável e, contudo, cabia numa pequena e delicada caixa. Os momentos de êxtase, o toque mágico, como se os dedos fossem uma continuação dos seus nervos e assim a fizessem sentir, vibrar, enlouquecer muito para além do seu corpo, do mundo que julgava conhecer. Num outro universo residiam as sensações inigualáveis, o amor que nunca sonhara existir, a sintonia de dois seres tão diferentes, mas que tocavam nas mesmas cordas um do outro, que produziam os mesmos acordes, como que um canto de sereia de outro mundo. Na pequena e delicada caixa que escondia no seu peito viviam agora as memórias que a faziam viver e sofrer. Não era fácil viver assim, mas preferia uma centelha dessas memórias a todas as vidas que a vida tinha ainda para lhe dar.

 

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publicado por bolaseletras às 14:23

Lake, Veronika Lake

Quarta-feira, 07.03.18

  

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"Hollywood gives a young girl the aura of one giant, self-contained orgy farm, its inhabitants dedicated to crawling into every pair of pants they can find"

 

Em 1971 a diva Veronika Lake descrevia assim o clima que pairava sobre Hollywood. Depreendemos que por detrás da cortina destas palavras o assédio sexual fosse parte integrante dessa quinta orgiástica que Veronica descreve. Seria assim com o assédio sexual no mundo das artes, seria assim certamente com o fenómeno do bullying nas escolas. Há 30 anos atrás, era eu um jovem pré-adolescente, já o bullying existia nas escolas, nos grupos de miúdos que então brincavam à solta nas ruas dos Olivais, em todo o lado. Arrisco-me a dizer que esse triste mas real fenómeno era até mais intenso e gravoso do que nos dias de hoje, onde a propagação de imagens, histórias, notícias e afins tornam tudo bem mais próximo e grave. Quanto ao assédio sexual no cinema, na moda e em muitas outras profissões, não duvido que existisse igualmente, provavelmente em maior escala do que nos dias de hoje, em que os mecanismos de controlo e censura social estão bem mais aguçados, como se percebe dos recentes acontecimentos de denúncia e condenação social e penal dos prevaricadores. O que se passa, novamente, é que uma denúncia tem hoje um alcance global, através dos media e sobretudo das sufocantes e bigbrotherianas redes sociais. Não quero com isto menorizar a gravidade do bullying ou do assédio sexual (um só caso seria já demasiado gravoso para se calar), mas sim dizer que já antes existiam, embora muitas vezes ocultos sob o manto de um mundo menos global e aberto. Estes comportamentos desviantes devem ser combatidos, penalizados e primeiro que tudo prevenidos, aproveitando todos os mecanismos modernos e civilizacionais que o passar dos anos nos deram. Aprendamos com os erros do passado, utilizemos as ferramentas do presente, mas não façamos disto uma chinfrineira histriónica, como se o mundo de hoje fosse muito mais perigoso, obrigando-nos a trancar os filhos em redomas de cristal onde nem do sexo dos anjos se fala. Vejam lá isso.

 

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publicado por bolaseletras às 11:15

O eterno retorno

Segunda-feira, 05.03.18

 

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Amava despertar nos suaves aromas do café pela manhã, simples e a ferver. Depois disso, a perfeição coincidia com o som surdo das palavras a ecoar dentro de si. Se depois desse momento só seu ele a possuísse como só eles sabiam, o dia, o mês, a vida podia fechar para balanço. Não havia nada a desejar para lá disso. Só o eterno retorno.

 

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publicado por bolaseletras às 12:21





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