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From China with love

Segunda-feira, 01.11.10

  

 

Já lá vão quase 20 anos desde que vivi em Macau e me perdi nas belezas únicas do Oriente. Falo das belezas culturais e de costumes, do fascínio dos jardins e da arquitectura, da gastronomia inebriante, mas falo sobretudo da incomparável beleza feminina das mulheres orientais, em particular das mulheres chinesas. A perfeição estará por ali, na esfíngica face, nos olhos que rasgam em simetria uma doçura impenetrável. Está ali, inatingível, a personificação da beleza divina, no meio do trânsito asfixiante de pessoas, na multidão indistinta, por trás da caixa de um supermercado, a servir-nos chá, a cruzar-se connosco nas escadas rolantes. Começa aqui uma série de inesquecíveis beldades chinesas - from China with love.

 

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publicado por bolaseletras às 12:38

Macau e as pérolas do Oriente

Sábado, 23.01.10

Vivi em Macau um ano fantástico e inesquecível (1991-1992). Pessoas, lugares, recantos, costumes, ritmos, multidões, cheiros, tudo era único, diferente, fascinante e misterioso. Tive também o privilégio de assistir ao Grande Prémio de Macau, de deambular pelos bastidores daquele circo impressionante. Carros, tempos, velocidades, motores, records? Não, não tenho qualquer inclinação para o desporto automóvel. Os encantos daquele grande prémio eram outros, sobretudo para um jovem de 16 anos pouco dado à mecânica. Acreditem, de pôr os olhos em bico ao mais circunspecto cidadão! Tirem a prova dos nove no filme que se segue.

 

 

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publicado por bolaseletras às 09:21

Uma pérola que emergiu do rio das Pérolas

Domingo, 24.05.09

   

Há cerca de 17 anos tive o privilégio de viver em Macau. Foi um ano intenso, um ano em que um jovem na flor da idade só pode fazer uma coisa perante tal oportunidade: sugar a existência da melhor forma que puder e souber. Naquele naco de terra viviam 10.000 portugueses perdidos no meio de 400.000 chineses. Não me esqueço do que filosofou a minha professora de filosofia da altura (faz sentido ter sido ela a fazê-lo, acreditem) explicando-nos o porquê, apesar de tudo, de nos sentirmos tão leves e soltos nas margens do rio das Pérolas: naquela terra cada um de nós, ilustres lusitanos que se diluiam numa multidão de olhares que nos viam como estranhos, ali cada um de nós se sentia um herói, um super-homem.

 

Foi em Macau que conheci a Mônica Coteriano. Rapariga fantástica, sorriso e gargalhada irresistível, toda a alegria, força e esperança da juventude se concentravam nela como um feixe de raios de sol que nos cega de prazer. Google it, pensei eu, 17 anos depois. Que seria feito dela? O resultado da pesquisa não me surpreendeu. A Mônica é uma artista portuguesa independente a viver em Madrid. Como há 17 anos, mantém, alimenta e concretiza o sonho de fazer e comunicar arte, música e teatro. Persegue o seu sonho e mata-nos de inveja por não perseguirmos o nosso. Ficam aqui dois dos trabalhos da Mônica, acreditem que não vão ficar indiferentes.

A publicidade que a Mônica merece limita-se aqui às poucas dezenas de visitas diárias a este blogue, mas é a minha forma de dizer obrigado. Obrigado por não desistires dos teus sonhos, Mônica. Para saberem mais sobre esta genuína e original artista podem consultar os seguintes links:

www.myspace.com/monicacoteriano

monicacoteriano.com/Monica_Coteriano/Welcome.html

 

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publicado por bolaseletras às 21:32





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