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Ai Mouraria!

Domingo, 17.01.16

ammalmeida_2016-01-17_12-45-10.jpg

Vagueio pela mouraria, pelo meio de velhotes imóveis, velhotas em amena cavaqueira nas soleiras das portas sempre abertas, por entre paquistaneses, indianos, chineses, ucranianos embriagados mas sorridentes. O ambiente é o de um bairro multicultural, sem sombra das lendas de perigos fantasmagóricos que as diferentes cores e culturas instigam a tanto lisboeta medroso. Turistas seniores, gente que renega a velhice e disfruta serenamente das cores e dos cheiros da lisboa mourisca. Deixo-me contagiar pela onda turística e vou disparando a câmara do telemóvel. É difícil não captar beleza por estas colinas de Lisboa, esta Lisboa que eu amo.

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publicado por bolaseletras às 16:52


5 comentários

De Teresa a 17.01.2016 às 17:26

Nada se lhe compara. A sério; não sou viajada mas para além de linda esta cidade tem a minha gente.. Por isso é perfeita. A melhor de todas

Preciso de mais tempo livre. Em Lisboa. Para Lisboa.

De bolaseletras a 17.01.2016 às 23:29

Precisamos todos de mais tempo, Teresa, para beber lentamente tanta beleza que nos rodeia.

De Anónimo a 17.01.2016 às 22:22

Acredites ou não, até eu adoro Lisboa. Há uns anos, não muitos, estive em Lisboa num momento muito doloroso (a filha de uns amigos a morrer num hospital...). Como me sentia a perder as forças e necessitava delas para continuar a fazer o que me tinha levado a Lisboa, fui à Fundação Vieira da Silva e, depois, à Mãe d'Água. Do topo desta última, vi uma das coisas mais belas da minha vida: o Tejo a reflectir a luz do Sol sobre Lisboa, que parecia ter levado um banho de ouro. Já conhecia bem Lisboa, onde tinha passado bons momentos, mas só nesse dia percebi o que se queria dizer quando se falava da «luz de Lisboa». É, de facto, uma cidade belíssima (embora, sendo um homem fiel, só ame o meu Porto).
Abraço.

De Carlos Azevedo a 17.01.2016 às 22:23

Acredites ou não, até eu adoro Lisboa. Há uns anos, não muitos, estive em Lisboa num momento muito doloroso (a filha de uns amigos a morrer num hospital...). Como me sentia a perder as forças e necessitava delas para continuar a fazer o que me tinha levado a Lisboa, fui à Fundação Vieira da Silva e, depois, à Mãe d'Água. Do topo desta última, vi uma das coisas mais belas da minha vida: o Tejo a reflectir a luz do Sol sobre Lisboa, que parecia ter levado um banho de ouro. Já conhecia bem Lisboa, onde tinha passado bons momentos, mas só nesse dia percebi o que se queria dizer quando se falava da «luz de Lisboa». É, de facto, uma cidade belíssima (embora, sendo um homem fiel, só ame o meu Porto).
Abraço.

De bolaseletras a 17.01.2016 às 23:27

Carlos,

Podemos amar algo e não deixar de adorar o resto do mundo. Também eu adoro o Porto, o Douro, a Ribeira, é uma cidade única. Falta-lhe a luz de Lisboa mas tens outras belezas. E sim, q beleza pode atenuar as dores de alma. Um grande abraço para ti, nessa também maravilhosa Londres, a que também falta um pouco da luz de Lisboa sem deixar de ser bela.

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