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Ão ão ão! E uma pitada de juizinho, não?

Sábado, 16.04.16

 

maria joão bastos.jpg

 

Adoro animais, em particular cães. Durante 16 anos fui o fiel cuidador e companheiro de um maravilhoso, nervoso, irascível e amoroso podengo alentejano, o Snoopy Almeida, the one and only. Essa minha paixão por animais não esmoreceu, mas, em sentido contrário, aumentou a minha consciência de que pessoas são pessoas e animais animais. O que significa isso? Que o amor pelas pessoas, a tristeza que nos causa o seu sofrimento, não deve nunca ser menorizada ou sequer comparada com o que sentimos pelos animais. Este é o meu ponto de vista que se agudizou com a crescente tendência que muita gente tem seguido de colocar os animais no altar, ou porque “quanto mais conheço as pessoas mais adoro animais” ou porque “estes ao menos não nos desiludem”. Devíamos ter um bocadinho mais de juízo, digo eu. Amar os animais não deve ser substituto de nada e muito menos sobrepor-se ao amor pelo nosso semelhante. Tudo tem o seu lugar. Ou melhor, não o tem, pelos vistos, mas deveria ter.

Vem esta converseta toda a propósito de uma notícia que tem feito primeiras páginas e inflamado as redes sociais. A cadelinha da Maria João Bastos que morreu, aparentemente por negligência veterinária. É triste, de facto. Mas destaque de primeira página? Perder horas com esse drama? Tanta criança a morrer de fome e de falta de saneamento básico, quanto mais ter assistência médica, boa ou má…Eu sei, é demagógico, mas por vezes só a demagogia para combater a estupidez.

 

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publicado por bolaseletras às 08:23


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