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Da beleza

Quarta-feira, 06.02.19

 

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publicado por bolaseletras às 15:11

O templo de Sophia

Terça-feira, 22.05.18

 

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Está por desvendar o mistério das horas passadas pelas nossas deusas, pelas mais belas flores da criação, naquele cubículo desconfortável que para nós mais não é que um cubo frio e útil, que usamos por pura e distraída necessidade. Há quem ouse afirmar que as horas lá perdidas pelas mulheres o são por puros caprichos de vaidade, que aquele é o altar onde se entregam aos seus delírios da busca da perfeição. Eu, que tenho o privilégio de conhecer algumas dessas raras e doces flores, arrisco dizer que aquele é o único espaço onde elas podem ser elas, só elas, só para elas, sem as inúmeras solicitações daqueles que tanto esquecem o nada que são sem elas. 

 

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publicado por bolaseletras às 09:58

Um mundo belo nas mãos de gente estranha

Sexta-feira, 27.04.18

 

Vivemos num mundo estranhamente belo. As flores sobrevivem ao caos em forma de betão, a arte humana assume as mais estrambólicas formas. Não conseguimos apreciar a quietude dos prados, beber a água fresca do rio que corre imperturbável. Por isso transformamos tudo o que nos rodeia. Para que o silêncio não nos perturbe.

  

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publicado por bolaseletras às 09:45

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Quarta-feira, 11.04.18

 

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Uma amiga linda e felizmente afastada das medidas supostamente perfeitas publicou esta foto por território facebookiano, acompanhada do bem lusitano “Pimbas! Vai buscar!”. Outro amigo, mais dado a outras artes circenses comentou “Pois claro. Cheirava bem? Isso nunca ninguém diz!”. Há momentos em que se pode amar o facebook.

 

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publicado por bolaseletras às 15:15

A mulher, pelos olhos de Christian Coigny

Quinta-feira, 07.12.17

 

Por entre os meandros do mundo virtual cruzei-me com a arte de Christian Coigny, um fotógrafo suíço que, pelo que fui debicando aqui e ali, é conhecido por ser um esteta da fotografia feminina, tal como Vermeer o era da arte de retratar as mulheres numa tela. O seu foco é retratar as mulheres com um profundo sentido de intimidade, mistério e delicado respeito. Os gestos simples das mulheres ganham pela sua lente uma complexidade elegante que permite beber ainda mais nitidamente a essência da sua beleza.

Pelos seus olhos, uma mulher a contemplar um vaso envolve-nos numa serenidade duradoura, as paisagens mais belas dissolvem-se e enriquecem a magia indefinida e viciante dos contornos femininos, um corpo reclinado na cama é um convite a uma morte feliz pois sabemos que poderia ser aquele o derradeiro momento da nossa existência.

 

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publicado por bolaseletras às 14:14

A mulher, por Man Ray

Terça-feira, 19.09.17

 

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O corpo feminino é assim, visto pela lente de Man Ray. Um vulto negro e belo banhado pelas intermitências da luz, a luz libertadora e reveladora. Segundo palavras suas, Man Ray procurava fotografar o que não desejava pintar, as coisas que já existiam. Ao invés, pintava o que não podia ser fotografado, o que provinha da imaginação ou dos sonhos, ou da deriva do inconsciente. A meu ver, está por provar que a beleza das mulheres não habite mais nos nossos sonhos ou inconsciente do que na realidade. Não me interpretem mal, apenas tenho dificuldade em aceitar que a realidade consiga abarcar tanta beleza.

 

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publicado por bolaseletras às 14:44

O que para sempre fica

Quarta-feira, 07.06.17

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Após contemplar esta magnífica imagem de Marilyn Monroe, imortalizada pelo fotógrafo Milton Greene corria o ano de 1956, não resisti em pesquisar um pouco a origem desta intimidade entre a câmara de Milton e a entrega despojada de Marilyn. Milton foi de facto muito íntimo da sempiterna diva, tendo sido o seu baluarte após a sua separação da lenda Joe DiMaggio. Integrou-a no seu seio familiar permitindo-lhe uma estabilidade até então desconhecida, abrindo caminho a que a estrela pudesse descer um pouco à desejada terra. Milton procurava que a câmara fosse muito além do que os espectadores viam e do que Marilyn lhes oferecia, buscava, mais do que tudo, a autenticidade de Marilyn. A vida e as vidas de quem as vive na corda bamba conduziram a que os destinos dos dois se separassem, ficando para sempre o que nem a morte pode apagar: a memória e a beleza indestrutível.

  

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publicado por bolaseletras às 18:20

E só para distrair do triste busto do Cristiano Ronaldo...

Quinta-feira, 30.03.17

...aqui fica a Stephanie Seymour para nos devolver a beleza e o bom gosto, pela já conhecida lente do Antoine Verglas.

  

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publicado por bolaseletras às 09:38

A nossa Sara - muito mais que um corpo

Terça-feira, 28.02.17

 

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"She’s a mess of gorgeous chaos and you can see it in her eyes."

 

Por Charles Bukowski

 

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publicado por bolaseletras às 19:19

"The dancer", por Gustav Klimt

Terça-feira, 20.12.16

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Dançar, propriamente, não era arte que ela colocasse à disposição da humanidade, dos admiradores secretos, dos seus amantes passados, presentes e futuros. Era a forma como os seus olhos bailavam, felizes mas assustados, curiosos mas omniscientes, na face de princesa adolescente em corpo e mente de mulher que os enfeitiçava. O andar, não mais do que um deslizar de pezinhos de Cinderela, com uma tocante graciosidade envolta em coxas de chorar por mais, eram a mais bela valsa, um bailado de amor eterno e sedução irresistível. A voz, como que o canto de uma sereia se as sereias cantassem como deusas. As palavras bailavam-lhes nos ouvidos, conduziam-nos por entre caminhos de flores de mil cores, intermináveis viagens de sonho, mergulhos noutros paralelos da existência entrecortados por espasmos de realidade aquando da subida à superfície, como se beber demasiado da fonte de tão sedutora beleza fosse incomportável para o ser humano. Dançar era como ela passava pela vida, como se cada valsa fosse a última e a última tivesse a inocência da primeira.

 

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publicado por bolaseletras às 16:28





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