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Porto 2 - Benfica 1; Sporting 1 - Olhanense 0

Sábado, 11.05.13

 

 

Quando entrou Rodderick disse que Jorge Jesus, como tantas outras vezes, optava por defender o resultado cedo demais quando tinha o resultado a seu favor. Depois disso, tinha à sua frente 25 minutos que podiam ditar como ficaria conhecido na história do futebol: o génio da táctica, ou o tacticista amedrontado. Vitor Pereira meteu Liedson, JJ apostou em Rodderick. O povo, na sua eterna sabedoria, diz que quem não arrisca não petisca. Sentiu-se um Porto relativamente dominador na primeira parte, mas muito receoso dos contragolpes do Benfica. Se Jesus tivesse arriscado mais um pouco teria aproveitado essas dúvidas da equipa portista, mas como em tudo, é preciso ambição, determinação e crença. Faltou isso e uma mãozinha do Capela que hoje ficou por casa.

 

Não comecei pelo meu Sporting porque sei reconhecer que não merecemos lugar de destaque. E sabem que mais? Já há umas semanas que alimento a ideia que seria preferível para o clube que a equipa não vá à Europa. Porque temos que começar do zero, temos que estabilizar e recuperar o clube financeiramente, esquecendo durante 2 ou 3 anos a pressão dos resultados. É preciso que Bruno Carvalho tenha a inteligência e a coragem de dizer claramente aos sócios que é esse o objectivo principal, que esqueçam os resultados por um triénio. Sobretudo, é preciso que saibamos uma vez gostar do clube também com a cabeça e não só com o coração. Ah, e para finalizar, seria muito importante que Carvalho percebesse o que lhe disseram os sócios hoje quando aplaudiram fortemente o Professor Jesualdo Ferreira: este sabemos que é competente, sabe trabalhar com miúdos e é 100% sério. Não saber negociar e ceder, levando à saída de Jesualdo, poderá ser um passo demasiado arriscado para um presidente que precisa ainda de provar tudo.

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publicado por bolaseletras às 23:07

A bichinha não morde, Adrien (Académica 1 - Sporting 1)

Sábado, 09.03.13

 

 

Assistir aos jogos do Sporting este ano tem sido um exercício doloroso. Pior, escrever no pós-jogo, depois de muita irritação, muito alho proferido e muito murro em tudo o que não são superfícies cortantes, torna-se ainda mais complicado. O Sporting, mais do que um caso de estudo, é já um emaranhado de situações e opções inacreditáveis. A extrema juventude do plantel, fornecendo um importante tónico no que respeita a vontade, fulgor físico e folga financeira, arrisca-se a soçobrar perante os naturais erros infantis de rapazes sem experiência suficiente para o que se lhes pede. Depois, há questões individuais que doem de tão repetidas e nunca corrigidas. Vejamos:

 

- Adrien. Sem intensidade, errando passes consecutivos, com comportamentos e pose de vedeta é inequivocamente um jogador sem perfil para o Sporting. Na Académica brilhava porque tinha uma esquadra de trabalhadores ao lado, no Sporting é um peso morto.

 

- Cedric. Uma esperança que se aproxima perigosamente do trajecto de um Pereirinha. Defende abaixo do razoável e o que costumava fazer bem – cruzar – parece ter progressivamente perdido o jeito. Depois oiço-o dizer que jogar na equipa B, tudo bem, o que quer é jogar, e percebo que o espírito de Pereirinha vive naquele rapaz (OK, o Pereirinha está na Lazio, o que só significa que tem muito mais jeito a escolher empresários do que a jogar à bola).

 

- O Capel. Sempre um toque a mais, uma finta suplementar, um rodopiar sobre si mesmo para embelezar um lance inofensivo. Doía ver o esforçado Joãozinho tentar fazer uma tabela com ele, acto completamente impossível de concretizar porque Capel só tabela com ele próprio. Poucos minutos depois do pequeno espanhol trocar de flanco com Carrilho, Joãozinho tabela com o peruano e dá o golo a Wolfswinkel. Adoro a garra de Capel, mas começo a perceber porque o Sevilha e a selecção espanhola se fartaram dele.

 

- Por falar em Wolswinkel, mas será que não há um sacana de um treinador que perceba que ele tem é que estar na área e não a correr atrás da bola pelos flancos ou no meio campo??? Mas custa muito perceber que o homem é muito mais Jardel do que Liedson???

 

Para terminar, e porque não me apetece falar do Wilson Eduardo e do milionésimo jogador emprestado que nos marca um golo, só dizer ao professor Jesualdo que ele não é Jesus, pelo que dava jeito não dar cabo de um promissor central para se afirmar no firmamento dos grandes criadores de jogadores em posições que só ele viu. O Dier pode dar uns toques na bola com qualidade média superior à de um defesa, mas não é um médio de eleição. Um central poderá sê-lo, sim. Deixe-se de merdas, professor.

 

p.s. – Rui Patrício, querido Rui, és o maior, obrigado!

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publicado por bolaseletras às 22:39

Sporting 0 - Porto 0

Sábado, 02.03.13

 

 

Nunca é de festejar um empate, mas dadas as circunstâncias do actual Sporting há que bater palmas à garra, inteligência, coragem e amor à camisola que os rapazes que hoje envergaram o leão ao peito demonstraram. Contra uma equipa experiente servida por um ponta de lança letal, mostrámos um Rinaudo a um nível superlativo, um Dier com uma alma daqui até Almeida, um Ilori a afirmar-se como central de grande futuro, um Bruma a mostrar que o futuro é todo dele, um Capel em elevada rotação, um São Patrício a voltar à normalidade de uma época fantástica. Pela negativa Wolfswinkel a falhar tudo o que não podia falhar. Na estratégia, Jesualdo tem-me desiludido nas palavras, mas cada vez mais mostra que é homem para ir fazendo uma omolete bem jeitosinha com muito menos ovos do que aqueles que o antecederam.

 

Quanto aos assobios a Izmailov e a Liedson, não me apetece desenvolver muito, Apenas referir que tenho o médico do Sporting como pessoa honesta e respeitável, o que só veio confirmar que o russo é, indubitavelmente, gente pouco recomendável e um profissional de um nível de desonestidade vergonhosa. Quanto a Liedson, há que ter calma. Deu sempre tudo pelo Sporting, foi uma referência nos últimos anos, apenas falhou quando quis ficar bem perante os adeptos do Porto e afirmou que há muito queria jogar no Porto. Há que saber perdoar estas declarações infelizes, face a toda a sua história no Sporting. Há ainda o Senhor árbitro: menos palavras ainda – um incompetente e um palhaço que quis ficar ainda mais bem visto pelo poder do Norte do que Liedson. Como disse no início, um empate nunca é de celebrar, mas a alma e coragem destes miúdos é de enaltecer e ajuda e muito a acreditar no futuro! Parabéns rapazes!

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publicado por bolaseletras às 22:33

Estoril 3 - Sporting 1

Sábado, 23.02.13

 

 

Quando um adepto fiel do Sporting descobre que a sua equipa está a jogar através de um zapping casual, poucas dúvidas haverá que os dias no reino do leão não são famosos. Peguei no jogo a partir dos 10 minutos, embalado por um golo que diziam os comentadores ter sido habilmente construído pelo miúdo Bruma – uma pérola que se arrisca a fechar-se na sua concha, porque nenhuma pérola brilha se o colar que a sustenta for pechisbeque - esperançoso de ver renascer o meu Sporting nos pés daqueles miúdos que transbordavam vontade. Mas se a vontade sobrava, a ingenuidade e a desconcentração próprias da idade traíam tudo o resto. Não é aceitável que o único suporte adulto desta equipa seja Rinaudo, não é possível ter um guarda-redes sempre a fazer de super-homem.

 

Para piorar as coisas, Jesualdo também começa a acusar a pressão e os maus resultados. Se as preocupações e comentários que emitiu sobre questões extra-futebol já não me tinham cheirado lá muito bem, as declarações na sala de imprensa em que critica abertamente Wolfswinkel e Rui Patrício já me cheiram mesmo a esturricado. Não é disso que a equipa e os rapazes precisam, Professor, esta era a hora para você tirar uns coelhos da cartola e dar o seu contributo táctico e estratégico, alguma mais valia a que esta equipa com valor mas demasiado jovem se pudesse agarrar. Custa olhar para o outro lado e ver uma equipa barata, modesta, mas bem posicionada e tecnicamente evoluída a vulgarizar o Sporting. Custa perceber que jogadores como Licá e Steven Vitória dariam muito jeito a este Sporting, que seriam bem mais baratos do que muitos centrais e avançados que lá temos e que não têm metade do seu valor. Custa não ter um jogador a marcar livres como o Carlos Eduardo do Estoril. Custa esquecer-me do dia em que o meu Sporting joga.

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publicado por bolaseletras às 07:06

Gil Vicente 2 - Sporting 3

Sábado, 16.02.13

 

 

Quando vi o onze escalado por Jesualdo Ferreira pensei se o Professor não estaria a aproveitar a falta de soluções para testar experiências arriscadas. Felizmente enganei-me, felizmente os muitos anos de Jesualdo deram-lhe o instinto e a sageza para perceber que nesta situação pré-catástrofe o risco de apostar em jovens inexperientes seria abafado pela sua qualidade, pelo seu amor à camisola, pela sua vontade de suar até à última gota pelo seu clube do coração. Foram naturais e óbvios alguns deslizes provocados pela falta de tarimba (Ilori a dar o primeiro golo mais do que todos), mas foi reconfortante perceber que o nosso viveiro de talentos continua de boa saúde – Bruma em repentes de desequilíbrio como o do primeiro golo, Zezinho todo o terreno a transpirar serenidade, toque de bola, visão de jogo e inteligência. Gostei também de Dier e do regresso de André Martins. Não gostei de Capel no banco, mas mais uma vez Jesualdo contrariou-me e bem, aproveitando o desgaste dos gilistas para lhes dar a estocada final com a velocidade do espanhol.

 

Não se veja aqui uma afirmação de que demos a volta, de que as coisas estão melhores. Não, muito longe disso. Estes jovens deveriam ter em seu torno jogadores talentosos e experientes, mas as más apostas de início de época, as vendas para poupar uns cobres e amealhar outros, deixam-nos numa situação muito arriscada. Se alguma coisa o jogo digno e esforçado destes valorosos rapazes demonstrou foi a falência das contratações do reinado de Godinho Lopes e sus muchachos: valem mais estes miúdos do que os milhões que deitámos à rua com contratações falhadas. Parabéns rapazes, parabéns pelo risco bem sucedido, Professor.

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publicado por bolaseletras às 22:43

Sporting 0 - Marítimo 1

Domingo, 10.02.13

 

 

A tragédia leonina continua e milhares de cabeças bamboleiam perdidas em busca de soluções que não têm. Estas não abundam por uma simples razão: porque a paixão pelo clube e o hábito de ser grande escondem as verdadeiras causas da desgraça. Não tendo arte nem sabedoria para ir à raiz do mal, não é preciso muito mais do que a simples análise dos 90 minutos de hoje para farejar os podres da equipa e do clube. Quando no início do jogo Adrien decide fazer um passe no meio campo leonino de costas para o adversáro, oferecendo o perigo ao Marítimo, percebemos que o meio campo está preso por arames. Quando Rinaudo, depois de mais uma louca correria perdeu a enésima bola depois do enésimo corte, percebemos que ao argentino sobra em garra o que lhe falta em discernimento.

 

Depois, porque o azar não deixa de marcar a ferro quente o ADN leonino, Salin fez uma defesa que só não foi impossível porque efetivamente a fez, ao que se segue o golo de um desconhecido coreano com mais potencial ofensivo que toda a nossa frente de ataque (o que isto diz acerca dos nossos olheiros e da nossa política de contratações é escandalosamente evidente). O golo madeirense é acompanhado por um sorriso enigmático do Professor Jesualdo, que me deu ares do desabafo “estes gajos são indubitavelmente fraquinhos”. No banco, Marcelo Boeck era acompanhado de meia dúzia de rapazes com menos de 22 anos. O que isto diz sobre a vergonhosa incompetência dos nossos dirigentes e sobre a desastrosa política de dispensas e de construção do plantel é mais clarinho do que a água. O amadorismo dos nossos dirigentes acompanhado de uma inexplicável soberba intelectual pode deixar-nos marcas para a vida. É oficial, com tanta fragilidade temos de começar a lutar para não descer. A humildade nunca matou ninguém.

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publicado por bolaseletras às 21:55

Encerra-se mais uma CEO, prolonga-se eternamente a esperança leonina

Domingo, 27.01.13

 

 

48 horas depois, uma mão cheia de especialidades gastronómicas depois, algumas mãos cheias de grandes pomadas depois, deu-se por encerrado o 16.º encontro da Confraria etnográfica dos Olivais. Dezenas de trocadilhos passados, risadas, muitas risadas, abraços fraternos, conversas sérias também, a família, as doenças, as dificuldades que a crise e a malfada quebra generalizada das receitas, dos ordenados, do consumo trouxe às nossas vidas. Suecadas, maratonas de poker, torneios de matraquilhos, toques na bola, bola na TV, basket na TV. E por trás de tudo isto o que está por trás de tudo isto: a amizade - celebrada, renovada e bem regada, para não parar de florescer e jamais esmorecer.

 

No caminho de regresso um confrade apressado para levar o filho a Alvalade, a esperança nos olhos, a esperança que a criança volte a gritar golos de verde e branco. Mas a genialidade de Carrillo ainda se perde na falta da maturidade que tarda em chegar, a consistência defensiva ainda se perde na desconfiança nos seus dois representantes centrais, a esperança de que falamos ainda se perde nos braços da crise, na necessidade de deixarmos sair o Insua para recrutarmos o esforçado Joãozinho. Há mais consistência, mais posse de bola, mais ideia do jogo que queremos impor, falta a confiança e dois ou três melhores executantes em lugares chave. Mas falta o dinheiro pelo que se exige que a necessidade aguce o engenho. Agucem lá isso, rapazes, veja lá isso Professor.

 

p.s. - A fotografia respeita a um dos vinhos da noite, um Colares reserva de 87, um Senhor de 26 anos.

 

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publicado por bolaseletras às 22:13

Sporting 1 - Beira-Mar 0

Sexta-feira, 18.01.13

 

 

Um Sporting bem mais equilibrado e com menos brasas sob os pés, jogadores menos ansiosos, a recuperar confiança, uma equipa a preparar-se para devagar, mas de modo sustentado, ir subindo na tabela. O que mudou? O treinador, certamente, os seus métodos de trabalho, a organização táctica e a estratégia de jogo mas, sobretudo, mudou o discurso de um treinador que sabe tudo sobre o que é e sente um jogador de futebol e o que precisa de ouvir para render mais.

 

Individualmente, destaco positivamente Labyad, com pormenores que o aproximam de um prometedor número 10, Miguel Lopes a dar maturidade e consistência ao lado direito da defesa e a toda a estrutura defensiva (sem esquecer o apoio ofensivo), Capel a porfiar, a martelar a rocha defensiva aveirense, a nunca desistir. Ah, e claro, Carrillo, a mostrar que o talento está lá todo, falta a cabeça a acompanhar o génio. E Patrício, o grande Patrício a gritar bem alto que o nosso fado não tem que ser triste e desgraçado. Obrigado Rui, obrigado rapazes!

 

p.s. – Alguma vez aquele contacto manhoso que originou o penalty a favor do Beira-Mar, nos últimos minutos do jogo, daria penalty na Luz ou nas Antas contra os anfitriões? Respeitem-nos senhores árbitros, e respeitem-se respeitando-nos!

 

p.s. 2 – Vender Insua, o nosso melhor defesa esquerdo dos últimos anos, para ganhar uns trocos que nada mudarão a situação económica do clube para quê? Para fragilizar a equipa, para comprar mais um punhado de jogadores medíocres gastando mais do que agora ganhamos, até final e desesperadamente acertarmos de novo? Tenham juízo!

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publicado por bolaseletras às 22:03

Força Professor! Levanta-te leão!

Quarta-feira, 09.01.13

 

 

Não vi a vitória do Sporting sobre o Barcelona da capital do móvel mas não quero deixar de passar uma importante mensagem para a nação leonina. Quero aqui dizer que a partir de ontem o professor Jesualdo Ferreira é o meu treinador e, independentemente de críticas construtivas que possa tecer sobre o seu trabalho, serei mais um para apoiar e torcer pelo sucesso dele e do clube. Não significa isto que não seja minha opinião que o tempo de Godinho Lopes e do seu projecto (???) terminou, pelo que advogo que este se deve demitir ou, se teimar muito na asneira, que seja corrido de acordo com os trâmites estatutários do clube. Que esta vitória seja o princípio do ressurgir do rugido do leão. Que nunca precisemos de nos levantar à custa de fiscais de linha tementes à voz do dono.

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publicado por bolaseletras às 22:24





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