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Paranoid Android - Radiohead

Quinta-feira, 01.03.18

 

 

É para isto que serve a wikipedia:

"Paranoid Android" é o segundo single do álbum de 1997 OK Computer, da banda britânica Radiohead. Foi lançado em 2 de fevereiro de 1997. O título é uma referência a Marvin, o Andróide Paranóide, uma personagem deprimida da obra de Douglas Adams The Hitchhiker's Guide to the Galaxy.

A canção foi gravada na mansão do século XV da actriz Jane Seymour, que Thom Yorke, vocalista da banda, pensava estar assombrada. Yorke referiu-se à canção como sendo sobre "as pessoas mais aborrecidas ao cimo da Terra" e "sobre caos". A música surgiu da aglutinação de três partes diferentes, originalmente planeadas como três canções distintas, e foi inspirada após uma cena ocorrida num bar em Los Angeles onde Thom Yorke se encontrava: numa atmosfera cheia de pessoas pretensiosas e falsas, uma mulher irrita-se após alguém despejar um copo de vinho no seu vestido. A reacção exagerada da mulher inspira a passagem "[…] squealing Gucci little piggy […]" ("porquinho berrador [num vestido] Gucci")."

 

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publicado por bolaseletras às 10:18

Brothers in arms

Terça-feira, 27.02.18

 

 

These mist covered mountains
Are a home now for me
But my home is the lowlands
And always will be
Someday you'll return to
Your valleys and your farms
And you'll no longer burn to be
Brothers in arms

Through these fields of destruction
Baptisms of fire
I've witnessed your suffering
As the battle raged higher
And though they did hurt me so bad
In the fear and alarm
You did not desert me
My brothers in arms

There's so many different worlds
So many different suns
And we have just one world
But we live in different ones

Now the sun's gone to hell and
The moon's riding high
Let me bid you farewell
Every man has to die
But it's written in the starlight
And every line in your palm
We are fools to make war
On our brothers in arms

 

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publicado por bolaseletras às 09:41

Jim, the one and only

Segunda-feira, 26.02.18

 

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Jim Morrison, 1968, fotografado por Art Kane

 

Confesso que desconfio de gente da minha geração que não partilha de certos gostos. Quando oiço alguém torcer o nariz à música dos Doors reconheço, quase automaticamente, que estou perante um caso agudo de pedantismo, de falta de vida, de enconadice latente. Sim, a ditadura dos gostos é tudo menos politicamente correcta, mas há assuntos indiscutíveis, como sejam ter alguma vez na vida pedido lume a uma moça com um “Come on baby light my fire”, ter devorado o “The end” às escuras no quarto quando os nossos pais não nos deixaram ir àquela festa ou, quando sempre conseguimos ir a essa festa, termos andado à biqueirada numa discoteca embalados pelo "Roadhouse blues". Há merdas que não se discutem.

 

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publicado por bolaseletras às 11:04

So what

Sexta-feira, 23.02.18

 

 

Miles Davis’s “So What” is one of the most famous compositions in jazz, instantly recognisable from its introductory bass phrase. Recorded in 1959, it has sold millions of copies as the opening track of the album Kind Of Blue. It is simple, melodic and catchy, but the song’s origins are complex. They can be found in what was once revolutionary harmonic theory, in classical music and African ballet, and several sections of the song were “borrowed”.

Trecho descaradamente roubado ao Finantial Times

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publicado por bolaseletras às 11:07

Mais situações a ter atenção em 2018

Segunda-feira, 08.01.18

 

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publicado por bolaseletras às 16:46

A boneca de porcelana

Segunda-feira, 23.10.17

  

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Como eram belos os tempos em que nada era imediato, tudo envolvia dedicação, como o simples gesto de acertar com a agulha do gira-discos na ranhura certa do vinil. Seduzir não era carregar num botão que nos dirigia automática e friamente para a música pré-definida, era cuidar do disco para que não tivesse riscos e afagar a agulha em cada música, era tocar sem pressa num corpo de porcelana, era toda uma envolvência que simbolizava o privilégio de viver esse momento único e irrepetível. Hoje tudo é fácil, os engates estão à distância de um touch, uma queca pode ser só um desabafo de quem está aborrecido. Que saudades do vinil.

 

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publicado por bolaseletras às 09:25

Cohen, Leonard Cohen (ganhem, por favor e por vocês, estes 5 minutos e meio de vida)

Quarta-feira, 30.08.17

 

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publicado por bolaseletras às 09:35

Obrigado Leonard - Dance me to the end of love

Sexta-feira, 11.11.16

 

 

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publicado por bolaseletras às 18:02

Blowing in the wind

Sexta-feira, 14.10.16

  

z_bob.jpg

 

How many roads must a man walk down

Before you can call him a man?

How many seas must a white dove sail

Before she sleeps in the sand?

Yes, and how many times must cannonballs fly

Before they're forever banned?

The answer, my friend, is blowin' in the wind

The answer is blowin' in the wind.

 

Yes, and how many years can a mountain exist

Before it's washed to the seas?

Yes, and how many years can some people exist

Before they're allowed to be free?

Yes, and how many times can a man turn his head

And pretend that he just doesn't see?

The answer, my friend, is blowin' in the wind

The answer is blowin' in the wind.

 

Yes, and how many times must a man look up

Before he can see the sky?

Yes, and how many ears must one man have

Before he can hear people cry?

Yes, and how many deaths will it take till he knows

That too many people have died?

The answer, my friend, is blowin' in the wind

The answer is blowin' in the wind.

  

Nunca liguei muito ao prémio Nobel da Literatura. Para mim um bom livro e um bom escritor são bons se seguem os mesmos critérios que me fazem eleger um vinho como bom: um bom vinho é aquele que eu gosto. A excitação por já ter bebido um livro de um nobelizado não me habita as meninges e não corro esbaforido à livraria mais perto após ouvir o anúncio do Nobel da literatura. Bom, neste caso teria de correr para um loja de CD´s, porque a academia sueca decidiu armar ao moderninha e surpreendente. Confesso que não embalo nas críticas primárias pelo Nobel dado ao Bob Dylan, mas também não tenho orgasmos prematuros como muitos dos que defendem a justiça do prémio a esse monstro do que chamam “o expoente máximo da tradição musical norte-americana” ou coisa que o valha. Não tendo portanto muito a dizer sobre o assunto tenho no entanto a dizer que as linhas acima, mesmo que não acompanhadas pela fantástica melodia Dyliana, são dignas de um qualquer prémio Nobel, que não sendo da paz, também não desmerece a literatura.

 

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publicado por bolaseletras às 10:15

The sound of silence

Sexta-feira, 27.05.16

  

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 Retrato de Theolonius Monk, por Herb Snitzer

 

Há dias em que o nosso cérebro clama por paz, paz à séria, sem pensamentos simples ou raciocínios complexos, sem dilemas mínimos ou dramas de vida e de morte, o desejo simples e intenso de que o nosso horizonte intelectual se apresente, por um dia, umas horas que sejam, desprovido de impasses tremidos ou convicções inabaláveis. Paz, apenas a paz de quem navega no mar morto sob o sol morno de um qualquer fim de tarde. A acompanhar, porque a nossa fábrica de pensamentos jamais se submeterá à inacção - por muito que nos procuremos forçar a tal - recomenda-se o recurso à música, à sua força surda e avassaladora, substituir o emaranhado da incessante teia de estímulos pelo som que nos entra pelos olhos e nos isola do som que não interessa, nos possui pela alma e nos esgota na entrega completa a essa voluptuosa feitiçaria dos sentidos.

 

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publicado por bolaseletras às 15:38





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