Bolas e Letras
Era para ser sobre futebol e livros. Mas há tanto mundo mais, a mente humana dispersa-se perdidamente, o país tem tanto sobre que perorar, eu perco-me de amores bem para lá da bola e das letras: Evas, vinho, amor, amigos, cinema, viagens, eu sei lá!
Obrigado Vasco!

Hoje toda a gente vai gostar do Vasco. Eu em tempos idolatrei o Vasco (ahhh, o bom e velho Independente), noutros momentos irritei-me por suspeitar que ele era só mais um que só sabia dizer mal (ahhh, a curta passagem pela AR), mas sempre, sempre, lhe reconheci o génio, o espírito livre, a verve e a argúcia brilhantes, a total ausência de donos da sua voz livre, sempre livre, sempre grossa. Vais fazer falta, Vasco, a este país faz muita falta quem diga mal com sabedoria e sem medos, mesmo que alarvemente e por vezes perdendo a razão, quem cuspa nas trombas do politicamente correcto. Obrigado Vasco, descansa em paz, agora que não tens que te preocupar com este malfadado país.
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Libertem o Vasco
Muito agradecia que lessem alto e bom som o nome da figura abaixo. Faz bem ao humor e à pele e não ofende.
Desculpem lá isto, acabei de ouvir na TVI 24 (um canal que promete bons momentos infindáveis) o Vasco Pulido Valente a falar. Mas o homem não fala. Aquilo é um pequeno estrumpf que fecharam numa garrafa de aguardente e que tenta fazer-se ouvir por entre os poros da rolha. Aposto que se o obrigassem a soletrar o nome do Mike Litoris o Vasco desfazia-se em cristais de álcool.
Logo a seguir ao Vasco, no intervalo da coisa que se chama roda livre e que também tem para lá perdido o Correia de Campos (outro ícone da sobriedade comunicativa), apareceu o Marques Mendes a fazer uma comunicação ao país. Continuei a gritar alto o nome do Mike para abafar as vâs palavras proferidas pelo simpático anão. Logo a seguir, este inestimável canal brinda-nos com um trecho de um concerto da Britney Spears. Epá, assim gasto o nome ao Mike!
